É um milagre mas faz tempo que não falo do Burning Man aqui no blog. Acho que estou me curando daquele "vírus" que faz você se empolgar com o BM do ano seguinte sem mal ter saído do festival. Este ano resolvi andar por outras bandas e dar mais uma folga. Eu já sinto um gosto de missão cumprida com o Burning Man. Conheci a comunidade em que faço parte há 9 anos na qual aprendi muito, desde ser mais segura, feliz e positiva até a encarar alguns trabalhos braçais. Como disse uma amiga hoje, conhecer essa "realidade alternativa" foi uma dádiva e uma maldição pois o resto ficou um pouco menos interessante depois de experimentar esse mundo cheio de criatividade, respeito e amor. As pessoas no Brasil me perguntam se os americanos são frios. Não a minha turma. Eles abraçam muito mais que em Floripa.
Aí vai um gráfico da história dos 24 anos do festival.
quinta-feira, julho 29, 2010
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Oi, Megui! Hoje me lembrei de ti enquanto lia o Irish Times: o Burning Man é a capa do caderno de turismo.
ResponderExcluirAbração
Mateus
Mateus!
ResponderExcluirCapa do caderno de Turismo? Cruz credo. Pelo jeito é hora de eu me aposentar do BM mesmo