Hoje assisti um curta lindo sobre o Burning Man.
BELIEF Burning Man from Michael Davie on Vimeo.
O Burning Man foi o grande catalizador da minha permanência na Califórnia. Foi o lugar em que me senti em casa, à vontade, como nunca tinha me sentido antes. Um lugar em que independente como você seja, você é aceito e respeitado. Me identifiquei com as pessoas e a ideologia. Lá encontrei pessoas espirituais, artísticas, expressivas e que gostam de viver intensamente. Nunca vou me esquecer dos primeiros dias naquele lugar que parecia ser outro planeta num festival de luzes, fantasia e arte.
Assim como para muitas pessoas, o Burning Man também mudou a minha vida. Trouxe amigos, amores, uma comunidade, uma vontade de ser mais generosa e de seguir os 10 princípios do evento em prática no dia-a-dia.
Depois de sentir que o objetivo de trazer a filosofia do Burning Man à minha realidade tinha sido cumprido, a necessidade de ir todos os anos passou.
No entanto, no ano passado ganhei um ingresso e após ter comprado minha van, senti que era o momento de voltar depois de uma pausa de 7 anos. O festival cresceu (e tornou-se mais mainstream), eu mudei e dessa vez fui com a intenção de buscar um pouco de paz após o ciclo pesado que estava passando. Foi o primeiro ano em que não estava muito quente de dia e aproveitei pra fazer vários workshops, massagens, leituras de cartas, etc. Tinha minhas ressalvas de voltar à Black Rock City pelas mudanças do evento ao longo dos anos mas valeu! Vi que a essência do que me atraiu para aquele lugar ainda está lá (arte, expressão, conexão, conscientização, comunidade) e todos os workshops me ajudaram bastante, mesmo que temporariamente.
Esse pequeno filme fala de como muitas pessoas vão para lá para trabalharem suas dores ao terem perdido alguém que amavam. O templo é uma homenagem à essas pessoas que partiram e o símbolo do let it go e a queima dele é a parte mais importante do festival para muitos burners. Difícil de acreditar no silêncio de 80 mil pessoas apenas quebrado pelo choro de alguns.
segunda-feira, fevereiro 22, 2016
quarta-feira, fevereiro 17, 2016
Política 2016
No momento só se fala das preliminárias das eleições presidenciais por aqui. É Trump pra cá, Bernie pra lá, em toda a roda de discussão.
Fico feliz pela força que Bernie Sanders tem ganhado. Independente dos resultados, o fato de que muita gente quer um político que parece ser mais sincero e fala de igualdade social, mesmo com a fama de comunista que ele tem, já vale a pena.
Só espero que o próximo presidente seja tão bom quanto o Obama. Sim, porque acredito que o Obama foi o melhor presidente até agora da minha geração. Durante o mandato dele, houve reforma na saúde, aprovação do casamento gay, descriminalização da maconha, entre outras coisas. Além disso, ele tem lutado contra o uso de armas pela população.
Hoje, por exemplo, foi assinado um acordo que permite o voo comercial entre EUA e Cuba. Finalmente o fim do embargo parece cada vez mais próximo.
Fico feliz pela força que Bernie Sanders tem ganhado. Independente dos resultados, o fato de que muita gente quer um político que parece ser mais sincero e fala de igualdade social, mesmo com a fama de comunista que ele tem, já vale a pena.Só espero que o próximo presidente seja tão bom quanto o Obama. Sim, porque acredito que o Obama foi o melhor presidente até agora da minha geração. Durante o mandato dele, houve reforma na saúde, aprovação do casamento gay, descriminalização da maconha, entre outras coisas. Além disso, ele tem lutado contra o uso de armas pela população.
Hoje, por exemplo, foi assinado um acordo que permite o voo comercial entre EUA e Cuba. Finalmente o fim do embargo parece cada vez mais próximo.
domingo, fevereiro 14, 2016
Vida de Voluntário
Não acredito que já faz 8 anos que voluntariei no Peru com o Burners Without Borders.
Sinto falta do trabalho voluntário. Parte da equipe que eu trabalhei (ainda mantenho contato com alguns) está trabalhando no Nepal e antes disso eles ficaram quase 2 anos no Haiti.
Talvez meu próximo trabalho voluntário deva ser com animais pois sempre achei que eles precisam mais de ajuda do que os humanos.
Sinto falta do trabalho voluntário. Parte da equipe que eu trabalhei (ainda mantenho contato com alguns) está trabalhando no Nepal e antes disso eles ficaram quase 2 anos no Haiti.
Talvez meu próximo trabalho voluntário deva ser com animais pois sempre achei que eles precisam mais de ajuda do que os humanos.
quinta-feira, fevereiro 11, 2016
Organizando a vida
Eu acho que sou meio bagunceira mas sempre gostei de arrumar gaveta. O projeto desta semana foi organizar minhas gavetas de uma forma diferente. Fiquei super orgulhosa do resultado. Dá pra ver todas as blusinhas e escolher mais fácil. Como é que eu nunca pensei nisso antes?
quarta-feira, fevereiro 10, 2016
Bares diferentes em Los Angeles
Uma outra ideia que tenho sobre este blog é falar de lugares interessantes na cidade. Eu nunca fui de frequentar bares a não ser que tenha mesa de sinuca. Só que numa cidade enorme como essa, vale conferir a originalidade de alguns bares (que tem de sobra).
1) Eighty Two - O Centro de Los Angeles se transformou nos últimos 10 anos
e está cheio de vida, lofts, bares, restaurantes e jovens. Este fica no Arts District e é cheio de máquinas de fliperama, estilo anos 80.
2) Angel City Brewing - Há uma quadra do Eighty Two, é uma cervejaria num prédio super antigo e
industrial. Era uma companhia de cabo no início do século passado usada para fazer os cabos da Golden Gate. Tem jogos, aulas de arte, bazar e você pode até levar o cachorro.
3) Dave Wayne's - Bar em Hollywood no estilo anos 70 em que você entra por um refrigerador antigo.
4) The Edison - Lindo! Pra mim é o símbolo da revitalização do centro da cidade. Cem anos atrás foi a primeira usina elétrica privada da cidade. Hoje todo reformado, tem um estilo anos 20 com arquitetura gótica e art nouveau onde ainda mostra algumas das máquinas centenárias.
1) Eighty Two - O Centro de Los Angeles se transformou nos últimos 10 anos
e está cheio de vida, lofts, bares, restaurantes e jovens. Este fica no Arts District e é cheio de máquinas de fliperama, estilo anos 80. 2) Angel City Brewing - Há uma quadra do Eighty Two, é uma cervejaria num prédio super antigo e
industrial. Era uma companhia de cabo no início do século passado usada para fazer os cabos da Golden Gate. Tem jogos, aulas de arte, bazar e você pode até levar o cachorro.
3) Dave Wayne's - Bar em Hollywood no estilo anos 70 em que você entra por um refrigerador antigo.
4) The Edison - Lindo! Pra mim é o símbolo da revitalização do centro da cidade. Cem anos atrás foi a primeira usina elétrica privada da cidade. Hoje todo reformado, tem um estilo anos 20 com arquitetura gótica e art nouveau onde ainda mostra algumas das máquinas centenárias.
quinta-feira, fevereiro 04, 2016
Novos Ares
Tem vários posts na cabeça pra escrever mas já estou num ritmo mais acelerado de trabalho com as aulas, a empresa de videogame e mais um projeto pro YouTube. Não posso reclamar pois cheguei numa fase da minha vida onde faço meu próprio horário e ainda curto o que faço. Gosto de trabalhar com línguas, ideias e vídeos e com uma boa dose de autonomia. Só falta um trabalho em que eu possa viajar mais.
Além do mais, tem a visita da minha mãe que não aparecia há SETE anos. Então o pouco tempo que sobra é pra dar atenção e cozinhar pra ela.
Este ano vai fazer 15 (QUINZE!) anos que estou em Los Angeles. Eu jamais imaginei que moraria aqui tanto tempo. Eu gosto da variedade de opção cultural nesta metrópole. Gosto do fato de ter praia e montanha, de ser segura, das várias nacionalidades e tribos, do clima ensolarado, da variedade gastronômica, da mentalidade liberal e progressista.
Só que é um local que vangloria a juventude. É um ótimo lugar pra se viver entre os 20 e 40 anos. Desde o ano passado eu ando sentindo uma necessidade gigantesca de novos ares na minha vida: novos amigos, energia, ar, ambiente. Na verdade acho que estou me cansando do American Way of Life, principalmente depois de ter visto um país socialista onde a comunidade tem uma importância tão forte. As prioridades e visões de vida não estão mais batendo com as minhas. Tem também o fato que ando com vontade de desacelerar.
E aí vem o dilema. Não me sinto com energia de recomeçar tudo do zero principalmente na questão trabalho. Na verdade não saberia nem dizer pra onde eu gostaria de me mudar. Onde encontrar qualidade de vida, segurança, natureza e trabalho? E o pior, como conseguir documento pra viver em outro país?
Dois anos e meio atrás, uma healer me disse que eu não estava pronta pra mudar pra Floripa e que se eu mudasse seria em 2 anos. Não entendia o porquê. Não fazia nenhum sentido. Logo depois minha carreira deu um boom repentino e acredito que eu precisava passar por essa experiência. Além disso, vi que tinha a ver com o câncer e os outros trocentos desafios que passei pra querer recomeçar uma nova fase. Mas um dos desafios tem a ver com não querer nem pisar em Floripa no momento. Então acho que Floripa não rola mais.
Acho que LA deu certo na época porque eu não tinha a mínima intenção de morar aqui. Na minha cabeça seria bem passageiro mas mudar conscientemente de cidade...ainda não encarei. Vamos ver se o vento me leva pra algum lugar em breve ou se fico por aqui mesmo.
Além do mais, tem a visita da minha mãe que não aparecia há SETE anos. Então o pouco tempo que sobra é pra dar atenção e cozinhar pra ela.
Este ano vai fazer 15 (QUINZE!) anos que estou em Los Angeles. Eu jamais imaginei que moraria aqui tanto tempo. Eu gosto da variedade de opção cultural nesta metrópole. Gosto do fato de ter praia e montanha, de ser segura, das várias nacionalidades e tribos, do clima ensolarado, da variedade gastronômica, da mentalidade liberal e progressista.
Só que é um local que vangloria a juventude. É um ótimo lugar pra se viver entre os 20 e 40 anos. Desde o ano passado eu ando sentindo uma necessidade gigantesca de novos ares na minha vida: novos amigos, energia, ar, ambiente. Na verdade acho que estou me cansando do American Way of Life, principalmente depois de ter visto um país socialista onde a comunidade tem uma importância tão forte. As prioridades e visões de vida não estão mais batendo com as minhas. Tem também o fato que ando com vontade de desacelerar.
E aí vem o dilema. Não me sinto com energia de recomeçar tudo do zero principalmente na questão trabalho. Na verdade não saberia nem dizer pra onde eu gostaria de me mudar. Onde encontrar qualidade de vida, segurança, natureza e trabalho? E o pior, como conseguir documento pra viver em outro país?
Dois anos e meio atrás, uma healer me disse que eu não estava pronta pra mudar pra Floripa e que se eu mudasse seria em 2 anos. Não entendia o porquê. Não fazia nenhum sentido. Logo depois minha carreira deu um boom repentino e acredito que eu precisava passar por essa experiência. Além disso, vi que tinha a ver com o câncer e os outros trocentos desafios que passei pra querer recomeçar uma nova fase. Mas um dos desafios tem a ver com não querer nem pisar em Floripa no momento. Então acho que Floripa não rola mais.
Acho que LA deu certo na época porque eu não tinha a mínima intenção de morar aqui. Na minha cabeça seria bem passageiro mas mudar conscientemente de cidade...ainda não encarei. Vamos ver se o vento me leva pra algum lugar em breve ou se fico por aqui mesmo.
domingo, janeiro 24, 2016
75 coisas para se fazer em Los Angeles
Em 2016 espero tirar mais proveito da cidade grande.
Ainda tenho vontade de morar numa cidade mais tranquila mais em volta da natureza mas como aqui é que rola trabalho, tenho que aproveitar as 1001 opções interessantes de cultura na cidade dos anjos. O segredo deste ano será não contar com a companhia de ninguém pra fazer as coisas e curtir minha própria companhia.
Número 4 desta LISTA, por exemplo, é uma árvore de candelabros criada por um conhecido meu. O projeto começou como um hobby que acabou virando ponto turístico da cidade.
Chandelier Tree from Colin Kennedy on Vimeo.
Ainda tenho vontade de morar numa cidade mais tranquila mais em volta da natureza mas como aqui é que rola trabalho, tenho que aproveitar as 1001 opções interessantes de cultura na cidade dos anjos. O segredo deste ano será não contar com a companhia de ninguém pra fazer as coisas e curtir minha própria companhia.
Número 4 desta LISTA, por exemplo, é uma árvore de candelabros criada por um conhecido meu. O projeto começou como um hobby que acabou virando ponto turístico da cidade.
Chandelier Tree from Colin Kennedy on Vimeo.
quarta-feira, janeiro 20, 2016
Retiros para mochileira?
Pessoas que viajam (fisicamente) podem se enquadrar em 3 categorias:
- Turista - aquele mais preocupado em fotografar os pontos turísticos sem muita necessidade de interação com a cultura do local. Uns 2 dias em cada local é suficiente.
- Viajante - tem mais vontade de conhecer o local mas tem certas expectativas de conforto.
- Mochileiro - Prioriza aventura ao invés de conforto. Procura por oportunidades de conhecer mais a cultura e está mais acostumado com imprevistos. Evita pacotes turísticos.
Já passei dos 20 anos há tempo mas continuo sendo mochileira. Mesmo que conheça menos lugares, prefiro passar mais tempo em um local e interagir com as pessoas. Geralmente não me importo com muito conforto. Eu fico em qualquer canto quando estou viajando. A parte humana é o que mais me fascina. Prefiro fazer passeios menos conhecidos e fugir dos pacotes turísticos. Dessa vez em Cuba, um dos meus dias favoritos foi quando peguei carona de carroça pra chegar numa cachoeira.
Mas como não sou mais menininha, às vezes tenho curiosidade em curtir um conforto também ou um tipo de viagem diferente. Por exemplo, tenho vontade de participar desses retiros de yoga por uma semana. Acabei de ver um pra Nicarágua. O preço pra dividir o quarto com 4 pessoas é de U$1900, ou seja, $271 por dia. Tá certo que inclui todas as refeições, uma aula de pilates, uma de dança, traslado do aeroporto mas mesmo assim é muita grana! Eu gastei uma média de 40 dólares por dia na minha viagem de Cuba, incluindo refeição e hospedagem. Com $271 eu vou pra um lugarejo hippie e consigo viver muito bem. Não consigo justificar o custo desses retiros mesmo que eu fosse rica.
- Turista - aquele mais preocupado em fotografar os pontos turísticos sem muita necessidade de interação com a cultura do local. Uns 2 dias em cada local é suficiente.
- Viajante - tem mais vontade de conhecer o local mas tem certas expectativas de conforto.
- Mochileiro - Prioriza aventura ao invés de conforto. Procura por oportunidades de conhecer mais a cultura e está mais acostumado com imprevistos. Evita pacotes turísticos.
Já passei dos 20 anos há tempo mas continuo sendo mochileira. Mesmo que conheça menos lugares, prefiro passar mais tempo em um local e interagir com as pessoas. Geralmente não me importo com muito conforto. Eu fico em qualquer canto quando estou viajando. A parte humana é o que mais me fascina. Prefiro fazer passeios menos conhecidos e fugir dos pacotes turísticos. Dessa vez em Cuba, um dos meus dias favoritos foi quando peguei carona de carroça pra chegar numa cachoeira.
Mas como não sou mais menininha, às vezes tenho curiosidade em curtir um conforto também ou um tipo de viagem diferente. Por exemplo, tenho vontade de participar desses retiros de yoga por uma semana. Acabei de ver um pra Nicarágua. O preço pra dividir o quarto com 4 pessoas é de U$1900, ou seja, $271 por dia. Tá certo que inclui todas as refeições, uma aula de pilates, uma de dança, traslado do aeroporto mas mesmo assim é muita grana! Eu gastei uma média de 40 dólares por dia na minha viagem de Cuba, incluindo refeição e hospedagem. Com $271 eu vou pra um lugarejo hippie e consigo viver muito bem. Não consigo justificar o custo desses retiros mesmo que eu fosse rica.
sexta-feira, janeiro 15, 2016
Comida nos EUA
Ainda não me animei pra sentar e escrever sobre a viagem mas quero comentar algo que os americanos estranham quando vão para outro país. A gente sabe que não existe comida americana propriamente dita a não ser hamburguer. Aliás, aqui na Califórnia comida local é praticamente o mesmo que comida mexicana.
O americano tem o costume de cada dia comer um tipo de comida diferente: mexicana, italiana, indiana, tailandesa, japonesa... você raramente vê alguém repetindo na mesma semana.
Então já percebi uma certa agonia quando eles viajam pra outros países e precisam comer sempre o mesmo tempero básico e o mesmo tipo de comida.
Acho que me acostumei com esse hábito também.
Segunda foi sushi, hoje foi indiana...
O americano tem o costume de cada dia comer um tipo de comida diferente: mexicana, italiana, indiana, tailandesa, japonesa... você raramente vê alguém repetindo na mesma semana.
Então já percebi uma certa agonia quando eles viajam pra outros países e precisam comer sempre o mesmo tempero básico e o mesmo tipo de comida.
Acho que me acostumei com esse hábito também.
Segunda foi sushi, hoje foi indiana...
domingo, janeiro 10, 2016
Viajar mais
Há anos um amigo de Floripa me convida pra viajar pelo mundo de veleiro. Vontade eu sempre tive mas algumas barreiras sempre seguraram minha empolgação. Viajar me faz um bem danado. Sair da rotina me faz um bem danado. Agora recém chegada de viagem, ele veio me convidar de novo.
Será?
Largar tudo por um tempo e sair por aí?
Será que eu aguento a vida no barco?
E trabalho?
Dinheiro?
Será?
Largar tudo por um tempo e sair por aí?
Será que eu aguento a vida no barco?
E trabalho?
Dinheiro?
De volta
Muita coisa pra escrever sobre minha viagem e impressões de Cuba e México mas cheguei a noite passada depois de 7 horas de atraso no aeroporto. Vamos ver se acho energia logo pra escrever. Foram só 2 semanas mas parecia que estava longe por mais de um mês. Continuo com vontade de me jogar na estrada e "mochilar" um pouco mais até sentir falta de um porto seguro.
Por enquanto digo que não há nada melhor do que passar réveillon num clima tropical.
Por enquanto digo que não há nada melhor do que passar réveillon num clima tropical.
quarta-feira, dezembro 23, 2015
Cinema 4Dx
Preciso fazer as malas e terminar o trabalho pois eu parto amanhã mas quero comentar rapidinho que fui assistir Star Wars num cinema 4Dx, o primeiro do país. Foi como ir a um parque temático. Além de ser 3D, as cadeiras se mexiam durante as batalhas e você experimenta água, cheiro e vento durante o filme. Não é algo que eu faria o tempo todo mas foi interessante com Star Wars.
A propósito durante toda a minha vida, jamais tinha visto um fenômeno de marketing como esse filme. No Arclight, das 15 salas de exibição, 14 estavam passando o filme e todas estavam lotadas o fim de semana inteiro. Tinha sessão até mesmo às 5 da manhã (e estava lotada).
A propósito durante toda a minha vida, jamais tinha visto um fenômeno de marketing como esse filme. No Arclight, das 15 salas de exibição, 14 estavam passando o filme e todas estavam lotadas o fim de semana inteiro. Tinha sessão até mesmo às 5 da manhã (e estava lotada).
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