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quarta-feira, maio 16, 2018

Inverno em Floripa

Esse ano vou comer pinhão e tainha depois de 8 anos. Ô coisa boa! Prefiro o verão em Floripa mas a gente aguenta.
Agora 18 anos de EUA causa a preocupação da "gringa" ter que lavar louça com água gelada. Ai! Já era difícil quando eu morava lá. Imagina agora?

quarta-feira, janeiro 23, 2013

Brasil

Passei as últimas 5 semanas no Brasil cuidando da minha mãe que passou por uma cirurgia e curtindo um pouco o verão tropical.
O roteiro geralmente não muda muito: passar tempo com os pais, comer o máximo de frutos do mar que eu puder, tomar umas cervejinhas com os amigos de faculdade e pronto.
O que teve de diferente dessa vez foi finalmente ter feito uma nova trilha pra uma comunidade de 20 famílias que vivem isoladas.

Além disso, organizei um clothing swap, ou melhor, um troca-troca de roupas com a mulherada pra disseminar esse costume e acho que foi um sucesso.

O que valeu mesmo foi a realização do 1º Encontro Nacional de Bambolê. Quase na beira de uma praia tranquila no norte da Ilha de Floripa, o encontro não podia ter sido melhor.  Tivemos participantes do Nordeste ao Sul. Foram 3 dias de oficina, aprendizado, ótima comida e muito amor. Todo mundo se deu muito bem e sem muito stress.

Outra coisa que sempre me surpreende nas minhas andanças por lá é a galera da faculdade. Vinte anos se passaram desde que entramos e todo ano é isso. Nos reencontramos e nunca falta assunto. Isso porque cada um mora num canto do mundo mas fim de ano todo mundo passa na ilha. Eu nunca tinha visto um curso na universidade onde as pessoas continuam mantendo contato a vida toda. E não é um ou outro não. Foram alunos ingressos principalmente entre 1989 e 1998. Vários alunos e até professores se casaram. Isso é o que chamamos de reprodução em cativeiro. Gostoso foi ouvir deles que eu rejuvenesci e pareço mais feliz.
Valeu ainda mais por ter convencido algumas das amigas a começarem a bambolear. Spreading the hoop love, oh yeah!

domingo, junho 14, 2009

Em Floripa


Cheguei na cidade e no dia seguinte fui direto para a praia. Até agora comi quase tudo que estava na vontade: pinhão, tainha/ova, Pureza, quentão, paçoca, pirão...enfim aquele belo cardápio "manezinho"* que eu adoro. Só falta ostra.
Fui ao cinema do shopping e me surpreendi como várias cadeias americanas invadiram a cidade e como a moda está bem parecida com a americana. Tudo muito moderno inclusive design interior.
De um outro lado, esse fim-de-semana tive a possibilidade de assistir uma tradição pesqueira que eu não via desde criança. Na praia da Lagoinha vi o arrastão da pesca da tainha onde nós compramos o peixe fresquinho recém saído do mar.

* como os nativos de Floripa são chamados