Muito interessante!
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terça-feira, outubro 03, 2017
Pabllo Vittar
Essa dualidade brasileira é fascinante. Um dos países que mais cometem violência contra homossexuais e agora uma drag queen que veio do Nordeste é a sensação do país.
Muito interessante!
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domingo, janeiro 29, 2017
A Semana em LA
A chuva deu uma tregua de uma semana mas o friozinho continua.
E como já mencionei inúmeras vezes, a vantagem de morar em cidade grande é a variedade de opções culturais (ainda mais aqui em LA).
Na quinta fui no evento Uma Noite de Ideias - Utopia realizado no complexo artístico Bergamot Station.
O evento teve vários debates, palestras e arte relacionado a utopia, uma palavra que sempre gostei e usei bastante. O primeiro debate que assisti foi sobre neurotecnologia e os avanços da ciência em mobilidade e problemas neurológicos. O segundo sobre utopia em Los Angeles e gostei muito dessa frase de um dos palestrantes:
"A arte não muda o mundo. A arte inspira as pessoas a quererem mudar o mundo". Yuval Sharon
O terceiro foi sobre filosofia pós-empatia que discutiu pós-colonialismo na França, imigração, ser estrangeiro, etc.
Ontem foi a terceira edição da Night on Broadway. Eu não estava me sentindo bem mas não queria perder o evento. Trata-se de um movimento de revitalização dos teatros na Broadway. São teatros lindos construídos nos anos 30 e que ficaram fechados por muito tempo. Em 3 anos, o tamanho do evento triplicou. Assisti um pouquinho de Oingo Boingo. Há anos quero assistir William Close and the Earth Harp que é um artista local, amigo dos meus amigo e toca uma harpa super diferente. Ele foi finalista do America Got Talent uns anos atrás. A chance de assistí-lo finalmente chegou. E pra melhorar, a projeção em 360º de Samskara de Android Jones, que atualmente é meu artista favorito.
E como já mencionei inúmeras vezes, a vantagem de morar em cidade grande é a variedade de opções culturais (ainda mais aqui em LA).
Na quinta fui no evento Uma Noite de Ideias - Utopia realizado no complexo artístico Bergamot Station.
O evento teve vários debates, palestras e arte relacionado a utopia, uma palavra que sempre gostei e usei bastante. O primeiro debate que assisti foi sobre neurotecnologia e os avanços da ciência em mobilidade e problemas neurológicos. O segundo sobre utopia em Los Angeles e gostei muito dessa frase de um dos palestrantes:
"A arte não muda o mundo. A arte inspira as pessoas a quererem mudar o mundo". Yuval Sharon
O terceiro foi sobre filosofia pós-empatia que discutiu pós-colonialismo na França, imigração, ser estrangeiro, etc.
Ontem foi a terceira edição da Night on Broadway. Eu não estava me sentindo bem mas não queria perder o evento. Trata-se de um movimento de revitalização dos teatros na Broadway. São teatros lindos construídos nos anos 30 e que ficaram fechados por muito tempo. Em 3 anos, o tamanho do evento triplicou. Assisti um pouquinho de Oingo Boingo. Há anos quero assistir William Close and the Earth Harp que é um artista local, amigo dos meus amigo e toca uma harpa super diferente. Ele foi finalista do America Got Talent uns anos atrás. A chance de assistí-lo finalmente chegou. E pra melhorar, a projeção em 360º de Samskara de Android Jones, que atualmente é meu artista favorito.
quarta-feira, dezembro 28, 2016
Música
Esse ano o mundo perdeu vários ídolos da minha geração: David Bowie (que sempre sonhei em assistir um show), Prince, Leonard Cohen e agora no Natal, George Michael.
O álbum Faith foi o primeiro CD que comprei na minha vida. George Michael dominou a trilha sonora das minhas aulas de dança de jazz aos 14 anos. Neste Natal, sem querer acabamos fazendo um tributo na casa que eu estava e todos dançamos e cantamos as músicas dele por uma hora. Foi uma boa forma de honrar o artista que ele era.
Aliás, é muito bom a capacidade que a música tem de fazer a gente viajar no tempo. Agora mesmo estou ouvindo o CD da minha banda preferida de Floripa, o Dazaranha. Parece que voltei pra faculdade. A primeira vez que assisti um show deles eu era caloura.
O álbum Faith foi o primeiro CD que comprei na minha vida. George Michael dominou a trilha sonora das minhas aulas de dança de jazz aos 14 anos. Neste Natal, sem querer acabamos fazendo um tributo na casa que eu estava e todos dançamos e cantamos as músicas dele por uma hora. Foi uma boa forma de honrar o artista que ele era.Aliás, é muito bom a capacidade que a música tem de fazer a gente viajar no tempo. Agora mesmo estou ouvindo o CD da minha banda preferida de Floripa, o Dazaranha. Parece que voltei pra faculdade. A primeira vez que assisti um show deles eu era caloura.
sexta-feira, dezembro 16, 2016
Lembranças dos anos 80
Hoje estava lembrando de 2 coisas dos anos 80 que me marcaram:
A banda Blitz pra mim foi a primeira banda de rock/new wave que surgiu pós Tropicália. Claro que teve Paralamas, Legião e Titãs mas eu lembro da Blitz ter sido mais prominente no início dos anos 80. Talvez porque eles surgiram um ano depois de eu ter me mudado pro Rio de Janeiro e não existia nada mais cara de Rio do que eles e como eu era criança, a música deles não era tão séria.
e continuando o estilo carioca surfista tinha o show Armação Ilimitada que eu era louquinha e não perdia um episódio. Eu era super fã do Bacana, o ator mirim Jonas Torres.
domingo, julho 17, 2016
Música
Hoje tem show do Peter Gabriel & Sting no Hollywood Bowl mas os ingressos estão 200 dólares. Quem me dera...
Pelo menos ontem assisti Brazilian Girls, que de brasileiro não tem nada pois a cantora é francesa e o cantor senegalês, Baaba Maal. De graça.
Pelo menos ontem assisti Brazilian Girls, que de brasileiro não tem nada pois a cantora é francesa e o cantor senegalês, Baaba Maal. De graça.
terça-feira, dezembro 22, 2015
Kurt Cobain
Quando o Nirvana surgiu, eu achava os caras meio bossais e não queria gostar da banda apesar de estar numa fase de rock pesado e me identificar com o grunge. Só que por mais que eu evitasse, o fato é que toda vez que tocava Nirvana, eu me ligava cada vez mais. Eu não queria admitir mas eu adorava a música deles. Me lembro até hoje daquele abril de 94. Eu estava saindo de vez da casa dos meus avós, morando sozinha por definitivo, fui passar na casa de uma amiga e vejo a manchete do jornal. Que choque! E 3 semanas depois foi a vez de um outro ídolo, Ayrton Senna.
Eu só estou 21 anos atrasada nessa história mas eu sempre achei que ele realmente tinha cometido suicídio, mesmo depois de assistir o documentário Kurt & Love (ou algo assim). Achava que tudo não passava de muita especulação baseado na natureza agressiva da Courtney Love. Hoje não sei por que cargas d'agua acabei assistindo inúmeros vídeos sobre a morte dele. Após muitos vídeos e leituras, fiquei com a pulga atrás da orelha e o triste é que a esposa nunca foi questionada pela polícia. Tem muita informação que não fecha com os dados oficiais.
Eu não acho que teorias da conspiração sejam sempre algo sem sentido como muita gente pensa. Algumas coisas eu nunca dei muita atenção, outras acho que apresentam dados suficientes pra ao menos questionar uma história porque nós sabemos que histórias contadas são versões e não fatos.
Pensar na possibilidade dessa mulher realmente ter feito isso e saído completamente impune é de uma tristeza só. Acabar com um ídolo, uma pessoa que estava buscando a paz depois de anos de dor. Coitada da filha também que mal conheceu o pai.
Mais sobre este caso:
http://www.cobaincase.com/
http://21stcenturywire.com/2014/04/03/bleach-blood-lies-a-look-back-on-the-death-of-kurt-cobain-20-years-later-part-one/
https://www.dollarvigilante.com/blog/2014/04/04/who-killed-kurt-cobain-twenty-years-later-the-free-market-lo.html
Eu só estou 21 anos atrasada nessa história mas eu sempre achei que ele realmente tinha cometido suicídio, mesmo depois de assistir o documentário Kurt & Love (ou algo assim). Achava que tudo não passava de muita especulação baseado na natureza agressiva da Courtney Love. Hoje não sei por que cargas d'agua acabei assistindo inúmeros vídeos sobre a morte dele. Após muitos vídeos e leituras, fiquei com a pulga atrás da orelha e o triste é que a esposa nunca foi questionada pela polícia. Tem muita informação que não fecha com os dados oficiais.
Eu não acho que teorias da conspiração sejam sempre algo sem sentido como muita gente pensa. Algumas coisas eu nunca dei muita atenção, outras acho que apresentam dados suficientes pra ao menos questionar uma história porque nós sabemos que histórias contadas são versões e não fatos.
Pensar na possibilidade dessa mulher realmente ter feito isso e saído completamente impune é de uma tristeza só. Acabar com um ídolo, uma pessoa que estava buscando a paz depois de anos de dor. Coitada da filha também que mal conheceu o pai.
Mais sobre este caso:
http://www.cobaincase.com/
http://21stcenturywire.com/2014/04/03/bleach-blood-lies-a-look-back-on-the-death-of-kurt-cobain-20-years-later-part-one/
https://www.dollarvigilante.com/blog/2014/04/04/who-killed-kurt-cobain-twenty-years-later-the-free-market-lo.html
terça-feira, janeiro 29, 2013
Lindsey Sterling
Um pouco atrasada mas finalmente descobri essa violinista que cresceu no Arizona. Ela ganhou o prêmio de melhor música no Hoopie Awards promovido pelo hooping.org. Lindsey compõe as próprias músicas e mistura vários ritmos modernos como o dubstep.
A artista passou a ser reconhecida graças aos seus videoclipes no YouTube. Depois disso foi convidada a participar do America's Got Talent, programa de talento da NBC e ficou famosa por ser a violinista que dança. Foi desencorajada a continuar com o violino por não ser um instrumento "pop". Ela ignorou, continuou e agora está fazendo turnê pelos EUA e Europa.
Esse vídeo foi gravado no Colorado.
A artista passou a ser reconhecida graças aos seus videoclipes no YouTube. Depois disso foi convidada a participar do America's Got Talent, programa de talento da NBC e ficou famosa por ser a violinista que dança. Foi desencorajada a continuar com o violino por não ser um instrumento "pop". Ela ignorou, continuou e agora está fazendo turnê pelos EUA e Europa.
Esse vídeo foi gravado no Colorado.
quinta-feira, abril 19, 2012
Coachella 2012
Pelo terceiro ano consecutivo volto a trabalhar no Coachella Festival. O evento que teve a primeira edição em 93, este ano passou para 2 fins de semana consecutivos. Duzentos mil ingressos foram esgotados em 3 horas.
Não sei se aguentaria mais um ano. Trabalhei 14 horas por dia no fim de semana passado com uma média de 45 minutos de descanso por dia. Loucura, não? O garoto até achou ruim quando pedi uma pausa maior.
Quanto aos shows, tive sorte de trabalhar perto do palco principal e assistir partes daquilo que eu tanto queria: Radiohead. Eles tocaram 2 horas, o que é raro num festival, misturando as músicas do novo disco e os antigos hits. Queria muito ter assistido de perto pra curtir o show de luzes do show deles que é sempre um dos melhores.
Além deles, curti The Hives, Justice, Santigold, Beats Antique e um pouco de M83. A banda sueca The Hives não tocava no Coachella há 9 anos e o cantor Pelle Almqvist era muito engraçado pois interagia com o público o tempo todo.
A grande atração do festival, no entanto, foi Snoop Dogg e Dr. Dre tocando os sucessos das últimas décadas. Entre os convidados, Eminem e 50cent. Mas o que realmente está dando o que falar foi a apresentação de Tupac Shakur, assassinado há 15 anos. Imagina a cara de espanto do público quando o vê o fantasma no palco? O holograma do rapper dançava, cantava e até falou "What the fuck is up, Coachella?" O holograma foi criado baseado em antigas imagens e apresentações do cantor sem incluir nenhuma imagem daquela época. Tudo feito numa laboratório em Los Angeles. Valeu o prêmio de originalidade. Coachella 2012 deu um passo para a materialização de "Star Trek".
Isso levanta a questão. Será o futuro dos shows ao vivo? Hologramas de Michael Jackson e os Beatles?
MAIS: Matéria no LA Times sobre o holograma.
Abaixo, o link da apresentação de Tupac (o Coachella está bloqueando o acesso caso o link não esteja disponível).
sábado, maio 14, 2011
Chico Science
Até hoje, a morte de Chico Science foi a que mais me marcou entre os artistas brasileiros. Eu era e continuo sendo muito fã dele. Escuto os discos dele e lamento demais que um trabalho como esse foi interrompido.
Lembro como se fosse hoje aquele fevereiro de 1997. Eu estava no meio da Chapada Diamantina, há 3 dias do Carnaval e querendo pegar o ônibus pra Olinda. Não ligo pra Carnaval. O que eu queria mesmo era ver Chico Science.
Caminhando no meio de uma trilha naquele paraíso e um homem se aproxima e solta a notícia. A gente sem televisão, revista ou qualquer meio de comunicação não conseguia acreditar que aquilo não passava de uma piada de mau gosto. Não deu mais pra seguir viagem.
Lembro como se fosse hoje aquele fevereiro de 1997. Eu estava no meio da Chapada Diamantina, há 3 dias do Carnaval e querendo pegar o ônibus pra Olinda. Não ligo pra Carnaval. O que eu queria mesmo era ver Chico Science.
Caminhando no meio de uma trilha naquele paraíso e um homem se aproxima e solta a notícia. A gente sem televisão, revista ou qualquer meio de comunicação não conseguia acreditar que aquilo não passava de uma piada de mau gosto. Não deu mais pra seguir viagem.
terça-feira, abril 26, 2011
Abril
Ultimamente o music business anda a minha volta. Primeiro uma aluna minha que organiza eventos e está numa turnê com o Seal. Depois fiz um trabalho pra um cantor famoso no Japão (Yoshiki) e que vai fazer a primeira turnê na América Latina. Agora trabalhando em 2 festivais de música. Aliás, eu não me importaria nem um pouco de trabalhar em mais festivais, apesar da jornada de 12 horas diárias.
Por falar em festivais, este ano não deu pra ver muita coisa no Coachella mas o que deu pra ver, vi de bem perto. Assisti um pouco de Lauryn Hill, Interpol, Shpongle e os shows do Ratatat, Chemical Brothers, The Strokes e She Wants Revenge. Hoje em dia, não faço questão de ver tudo. Prefiro os bastidores mesmo.
E nesta Páscoa, fui no Topanga Earth Day, um festival de música celebrando o dia do planeta. Topanga é uma área de Malibu com a maior concentração de gente alternativa e comunidades na cidade e como não poderia deixar de ser, esse foi o evento mais "bicho-grilo" em que já fui na minha vida, com direito a cover da Janis Joplin, camiseta tyedye (aquelas manchadas) e muita gente descalça. Eu geralmente convivo com os neo-hippies mas esses eram mais os hippies da geração 60.
Por falar em festivais, este ano não deu pra ver muita coisa no Coachella mas o que deu pra ver, vi de bem perto. Assisti um pouco de Lauryn Hill, Interpol, Shpongle e os shows do Ratatat, Chemical Brothers, The Strokes e She Wants Revenge. Hoje em dia, não faço questão de ver tudo. Prefiro os bastidores mesmo.
E nesta Páscoa, fui no Topanga Earth Day, um festival de música celebrando o dia do planeta. Topanga é uma área de Malibu com a maior concentração de gente alternativa e comunidades na cidade e como não poderia deixar de ser, esse foi o evento mais "bicho-grilo" em que já fui na minha vida, com direito a cover da Janis Joplin, camiseta tyedye (aquelas manchadas) e muita gente descalça. Eu geralmente convivo com os neo-hippies mas esses eram mais os hippies da geração 60.
domingo, dezembro 12, 2010
Pixies & Bassnectar
Hoje meus amigos foram no show do Nick Warren, um DJ de trance music. Daí fiquei explicando as diferenças de algumas músicas eletrônicas e me deparei com essa que quase fui a loucura a primeira vez que ouvi. Bassnectar, que eu amo, fazendo um remix do Pixies, que eu amo mais ainda.
Where is my Mind
Where is my Mind
segunda-feira, dezembro 06, 2010
Dub Kirtan
Ando confinada em casa pra terminar o trabalho da faculdade. Sinto falta de um cineminha, de um jantar, de socializar. Então ontem resolvi tirar uma folga e fui na nossa hoop jam (encontro mensal de bambolê). De lá fui num evento em Santa Monica numa "igreja", que não sei se era um templo budista ou algo do gênero numa igreja metodista. Imagina eu num evento em igreja? Quase uma piada. A minha intenção, assim como a maioria do pessoal que estava lá, era ouvir Freq Nasty e David Starfire, os DJs mais famosos de dubstep em Los Angeles. O que muita gente não se ligou é que na verdade eram palestras relacionadas a yoga, vibrações, música e no final uma jam session dos DJs com os músicos de kirtan. Kirtan é a uma parte da yoga relacionada a meditação e cânticos, explicando de uma forma mais simplista. Antes de começar o canto, eles nos deram as orações e explicaram que todos deviam cantar juntos. Sei.
Freq Nasty falou que o motivo de unir o kirtan e o dub é que a frequência baixa e forte do "bass" faz com que a pista de dança se assemelhe muitas vezes a um transe, em que muita gente entra num estado de meditação, de focar somente no momento do agora. Pra mim é a mais pura verdade. Curto muitos estilos de música mas o dubstep (e o bambolê) realmente me deixa em transe como se nada mais no mundo existisse. É como entrar num estado de sublimação melhor do que qualquer outra coisa que já experimentei.
Quando a jam começou, todo mundo ficou se olhando, meio perdido, sem saber ao certo como agir. Afinal era uma igreja mas aos poucos cada um foi se levantando e depois de 5 minutos todos estavam dançando. Cantar que é bom nada mas que rolou sublimação, rolou.
Vários palestrantes contaram que aquele bando de gente cantando junto, ou melhor, o kirtan não parece nada interessante mas que depois eles perceberam o valor de todos estarem emitindo e recebendo a mesma vibração. Eu ainda continuo na fase do desconfortável. Não sei se é pra mim.
Freq Nasty falou que o motivo de unir o kirtan e o dub é que a frequência baixa e forte do "bass" faz com que a pista de dança se assemelhe muitas vezes a um transe, em que muita gente entra num estado de meditação, de focar somente no momento do agora. Pra mim é a mais pura verdade. Curto muitos estilos de música mas o dubstep (e o bambolê) realmente me deixa em transe como se nada mais no mundo existisse. É como entrar num estado de sublimação melhor do que qualquer outra coisa que já experimentei.
Quando a jam começou, todo mundo ficou se olhando, meio perdido, sem saber ao certo como agir. Afinal era uma igreja mas aos poucos cada um foi se levantando e depois de 5 minutos todos estavam dançando. Cantar que é bom nada mas que rolou sublimação, rolou.
Vários palestrantes contaram que aquele bando de gente cantando junto, ou melhor, o kirtan não parece nada interessante mas que depois eles perceberam o valor de todos estarem emitindo e recebendo a mesma vibração. Eu ainda continuo na fase do desconfortável. Não sei se é pra mim.
domingo, agosto 29, 2010
Hoje é dia de Bowl
A animação está grande pra assistir Chemical Brothers no Hollywood Bowl com 70 amigos daqui a pouco. Piquenique às 5hs, show às 7hs. Hoje também é o dia em que o namorado vai conhecer o "pai dos meus cachorros" (leia-se ex-namorado/marido).
quarta-feira, julho 14, 2010
Verão 2
Demorou mas chegou. Calor veio com tudo essa semana: 35ºC hoje.
Tudo bem, o que importa é que a temporada de shows está boa:
Hollywood Bowl
29/08 - Chemical Brothers
Jack Johnson
Pavement/Sonic Youth
Vampire Weekend
Greek Theatre
Rodrigo Y Gabriela
MGMT
Club Nokia
Seu Jorge
Gotan Project
Ratatat
Queens of the Stone Age
Staples Center
Roger Waters playing The Wall
Muse
Tudo bem, o que importa é que a temporada de shows está boa:
Hollywood Bowl
29/08 - Chemical Brothers
Jack Johnson
Pavement/Sonic Youth
Vampire Weekend
Greek Theatre
Rodrigo Y Gabriela
MGMT
Club Nokia
Seu Jorge
Gotan Project
Ratatat
Queens of the Stone Age
Staples Center
Roger Waters playing The Wall
Muse
quarta-feira, maio 12, 2010
domingo, outubro 25, 2009
U2 hoje a noite
Conseguir ingressos do show do U2 é como ganhar na loteria. Comprei nos 10 primeiros minutos quando foram à venda em abril e como sempre se esgotaram no mesmo dia. Fazia tanto tempo que eu já nem pensava muito no show.Finalmente chegou o dia e este é o penúltimo show da turnê 360 graus. O Rose Bowl foi o estádio onde a seleção do Brasil se tornou tetra-campeã em 1994 e fica a 5km da minha casa. Hoje iremos de bicicleta pra evitar o trânsito após o show, já que 100 mil pessoas estarão lá.
Aqui tem uma matéria sobre a estrutura do palco, a maior montada para um show de rock. O show vai ser transmitido ao vivo para o mundo todo pelo YouTube.
adendo: ok, o show foi tudo de bom e mais um pouco. ÉPICO! Sentei numa das filas mais altas no estádio mas acabou sendo legal porque estávamos de frente pro palco e dava pra ver o estádio todo. Foi divertido participar da 'hola' e assistir metade do show do Black Eyed Peas, com participação especial de Slash, ex Guns N'Roses tocando Sweet Child of Mine.
Aliás, só pelo palco gigantesco baseado numa espaçonave já valia a pena ter ido. E o telão circular (em 360) que esticava, abaixava, subia...PQP! Em breve coloco algumas fotos.
sábado, agosto 15, 2009
Jack Johnson
Mesmo morando em Los Angeles e conhecendo algumas pessoas famosas aqui e ali, eu evito falar disso no blog. Mas como estou em casa em pleno sábado a noite, ouvindo Jack Johnson, resolvi finalmente contar esta história.Assim que cheguei na Califórnia em 2000, um amigo me convidou pra assistir o show de um amigão dele. Disse que esse cara ainda seria famoso porque a música dele era muito boa. Como não tinha nada a perder, lá fui eu de Laguna Beach a Santa Bárbara, umas 3 horas de viagem, para assistir o show num barzinho pequeninho. O show foi bom mas eu recém chegada e muito cansada não prestei muita atenção. No dia seguinte fomos pra casa dele. Ele tinha recém se casado e formado em cinema na UCSB e ficou mostrando uns filmes que ele tinha feito. Eu fiquei vendo as fotos do casamento dele e da Kim partindo na carroceira de um caminhão. Elogiei a música e disse que se ele precisasse de ajuda pra divulgar o trabalho no Brasil, eu poderia falar com os amigos. Eu mal sabia que ele estava acabando as gravações no estúdio e o álbum produzido pelo Ben Harper.
Lá fomos nós surfar em Ventura: eu, Gill, Jack Johnson e mais um cara. Quer dizer, eu fiquei na praia lagarteando.
Naquele mesmo dia, um artigo sobre ele estava sendo publicado na revista Surfing e um CD de brinde com 4 músicas que eu tenho até hoje.
Fast forward, 2 meses depois em Oahu, Hawaii.
Jack Johnson estava passeando em Pipeline, me vê e cumprimenta: Oi, Gisele! Naquele mesmo mês o primeiro álbum dele, Brushfire Fairytales, estava sendo lançado mundialmente e como dizem aqui: rest is history. Definitivamente ele não precisava da minha ajuda pra divulgar a música.
Sou fã da história de como ele conseguiu alcançar os objetivos, sendo simples, humilde, não passando por cima de ninguém. Ele nunca almejou a riqueza e a fama. Se dedicou à música, cinema e surf ao mesmo tempo e se deu bem em todas as áreas. No surf, foi patrocinado pela Quicksilver e um dos profissionais mais novos a correr o clássico Pipeline Masters, o campeonato mais importante do circuito. No cinema, seu primeiro trabalho Thicker Than Water ganhou prêmios de melhor filme de surf do ano. Negou um contrato milionário de uma gravadora no início da carreira porque ia fazer uma filmagem na Ásia com os amigos. O diretor do estúdio não acreditava na resposta e perguntou se ele tinha noção de quantas pessoas sonhavam em sentar naquela mesma cadeira assinando um contrato. E Jack respondeu boa sorte para eles. Isso não impediu que os discos dele fossem vendidos pelo mundo inteiro e que fizesse shows em tudo quanto é lugar. Hoje em dia, ele se dedica também a várias causas ecológicas.
Também sou fã da música do Jack. Muita gente diz que as canções dele soam sempre iguais e pode até ser verdade mas algo na voz dele traz todos os sentimentos em mim e me deixa feliz, emotiva e melancólica ao mesmo tempo.
quarta-feira, julho 01, 2009
Verão cultural
O bom do verão é a vasta programação cultural. Além dos shows nos anfiteatros/concha acústica do Hollywood Bowl e Greek Theatre, há uma série de música erudita e alternativa no centro da cidade e o melhor, tudo de graça. O projeto se chama Grand Performances e inclui músicos do Brasil, África, Espanha, Colômbia entre outros. Confira a programação aqui.
segunda-feira, abril 27, 2009
Madcon
Mais uma daquelas músicas que me deixam com um sorriso enorme e com muita vontade de dançar. Uma mistura de Outkast e Gnarls Barkley.
Madcon - Beggin'
Madcon - Beggin'
terça-feira, junho 03, 2008
Pandora
Virei fã número 1 deste site e estou espalhando pra todo mundo. O site Pandora do Projeto Genoma cria uma lista de acordo com uma banda ou canção que você gosta. Pode-se também criar várias listas e juntar tudo no quickmix. Pronto, fim dos rádios. Só preciso de uma boa caixa de som pro computador.
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