Paulista radicado em Floripa e outro amigo dos tempos de faculdade. Trabalha com foto desde os anos 90 e é um fotógrafo que eu respeito muito. Muito antes de Photoshop ou máquina digital, sempre admirei o contraste e o enquadramento nas fotografias dele, principalmente quando o assunto é gente.
quarta-feira, maio 16, 2012
Fotógrafos(3): Caio Cezar
Paulista radicado em Floripa e outro amigo dos tempos de faculdade. Trabalha com foto desde os anos 90 e é um fotógrafo que eu respeito muito. Muito antes de Photoshop ou máquina digital, sempre admirei o contraste e o enquadramento nas fotografias dele, principalmente quando o assunto é gente.
terça-feira, maio 08, 2012
Fotógrafos (2): Ba Moretti
Quando eu saí do Brasil, ela só tinha 10 anos. Então nunca tivemos muito contato mas curto o jeito da Bárbara contar histórias e registrar imagens. Desconfio que seja a prima mais "artística" que eu tenho. Ela é super ligada em fotografia e acho que ela tem um grande potencial para desenvolver essa paixão dela.
sexta-feira, maio 04, 2012
Fotógrafos(1) - Dauro Veras
Conheço o Dauro há quase 20 anos. É um dos jornalistas mais éticos que já vi. Um dos passatempos dele é clicar onde quer que ele esteja. Adoro a sensibilidade dele de captar momentos.
quinta-feira, maio 03, 2012
Homenagem à Fotografia
Uma postagem que estou devendo há muito tempo é sobre uma das minhas primeiras e grandes paixões: a FOTOGRAFIA. Todo mundo sabe que eu adoro um bambolê mas agora que minhas bamboleadas já não são tão frequentes, volto a olhar para esse hobby que me acompanhou a vida toda.Fotografia sempre foi minha paixão desde criança quando ganhei minha primeira máquina fotográfica aos 8 anos de idade, uma Kodak Instamatic que tinha um rolo de filme caríssimo e negativo quadrado ao invés de retangular. Usei por muitos anos até ganhar um modelo alemão mais recente.
Quando entrei pro jornalismo aos 17, não tinha me dado conta que fotojornalismo fazia parte do currículo (pra minha felicidade). Era a aula que não eu perdia de jeito nenhum. Foi como um "chamado"(hahaha, que piegas). Começamos com uma Pentax K-1000, meu primeiro contato com uma máquina profissional. Que delícia era sair fotografando, ajustando o fotômetro, ouvindo o barulhinho do obturador, etc. Além das saídas de campo, foram várias horas passadas num laboratório revelando manualmente as fotos e acabei me apaixonando mais ainda. Por causa disso, meu primeiro emprego durante a faculdade foi de laboratorista num estúdio de modelo. Tudo o que eu queria depois disso era trabalhar como fotógrafa mas e o dinheiro que se gastava em revelação de foto? Cruz! Meu próximo emprego foi de assistente de fotografia numa revista de surf. Nesse meio tempo. comprei minha primeira câmera SLR - uma Minolta - que me acompanhou durante 9 anos. Dá pra imaginar a alegria da menina quando saí daquela loja de 2 andares de equipamentos fotográficos na Alemanha? Uma das "nossas" aventuras foi a 1ª Maratona Fotográfica de Florianópolis, um concurso no qual passei 24 horas batendo foto, sem pausa.
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| captando imagens em festivais |
Desde então, fiz menos trabalhos pois meu desejo de se tornar profissional tinha passado. Um trabalho aqui e ali para três fotógrafos fazendo eventos e casamentos. Quando comecei a bambolear, era difícil carregar e manter o olho nas duas paixões e fui deixando a fotografia cada vez mais de lado, apesar de ter 7 mil fotos no meu computador.
Esse ano quero comprar uma máquina nova e retomar minha paixão.
Toda essa milonga porque na verdade hoje estava vendo as fotos de alguns amigos e gostaria de falar da quantidade de gente talentosa que eu conheço. Uma boa composição gráfica, contraste e expressão ainda me tocam muito e como estou cercada de fotógrafos feras, aí vão alguns deles que sempre me dão prazer em ver. Esse mês esse blog vai ser dedicado a esses amigos que sempre me inspiram.
quarta-feira, maio 02, 2012
Online
Descobri agora o site crimemapping.com que mostra os tipos de ocorrências policiais numa área. Em volta da minha casa esta semana, por exemplo, teve 4 roubos de carro e um roubo à mão armada.
Hoje eu estava pensando sobre o tal classificados. No Brasil ainda se usa muito o velho classificados de jornal. Por que será que os classificados online ainda não é tão popular lá como é aqui? Quer dizer, eu não sei o que seria sem o craigslist. Hoje em dia, quase todo o comércio feito pelas pessoas que conheço é pela internet, o que é bem conveniente para as lojas que não precisam alugar áreas em pontos estratégicos e caros.
Hoje eu estava pensando sobre o tal classificados. No Brasil ainda se usa muito o velho classificados de jornal. Por que será que os classificados online ainda não é tão popular lá como é aqui? Quer dizer, eu não sei o que seria sem o craigslist. Hoje em dia, quase todo o comércio feito pelas pessoas que conheço é pela internet, o que é bem conveniente para as lojas que não precisam alugar áreas em pontos estratégicos e caros.
quinta-feira, abril 19, 2012
Coachella 2012
Pelo terceiro ano consecutivo volto a trabalhar no Coachella Festival. O evento que teve a primeira edição em 93, este ano passou para 2 fins de semana consecutivos. Duzentos mil ingressos foram esgotados em 3 horas.
Não sei se aguentaria mais um ano. Trabalhei 14 horas por dia no fim de semana passado com uma média de 45 minutos de descanso por dia. Loucura, não? O garoto até achou ruim quando pedi uma pausa maior.
Quanto aos shows, tive sorte de trabalhar perto do palco principal e assistir partes daquilo que eu tanto queria: Radiohead. Eles tocaram 2 horas, o que é raro num festival, misturando as músicas do novo disco e os antigos hits. Queria muito ter assistido de perto pra curtir o show de luzes do show deles que é sempre um dos melhores.
Além deles, curti The Hives, Justice, Santigold, Beats Antique e um pouco de M83. A banda sueca The Hives não tocava no Coachella há 9 anos e o cantor Pelle Almqvist era muito engraçado pois interagia com o público o tempo todo.
A grande atração do festival, no entanto, foi Snoop Dogg e Dr. Dre tocando os sucessos das últimas décadas. Entre os convidados, Eminem e 50cent. Mas o que realmente está dando o que falar foi a apresentação de Tupac Shakur, assassinado há 15 anos. Imagina a cara de espanto do público quando o vê o fantasma no palco? O holograma do rapper dançava, cantava e até falou "What the fuck is up, Coachella?" O holograma foi criado baseado em antigas imagens e apresentações do cantor sem incluir nenhuma imagem daquela época. Tudo feito numa laboratório em Los Angeles. Valeu o prêmio de originalidade. Coachella 2012 deu um passo para a materialização de "Star Trek".
Isso levanta a questão. Será o futuro dos shows ao vivo? Hologramas de Michael Jackson e os Beatles?
MAIS: Matéria no LA Times sobre o holograma.
Abaixo, o link da apresentação de Tupac (o Coachella está bloqueando o acesso caso o link não esteja disponível).
quarta-feira, fevereiro 15, 2012
Valentine's
Nesta semana em comemoração ao Valentine's Day fomos para nossa cidade favorita, Ojai. Conseguimos um pacote para ficar no melhor hotel da cidade. Valeu cada minuto, desde a quadra de tênis, o spa, o quarto e até aulas de bambolê. Isso sim foi Valentine's.
Nunca fui muito acostumada com esse tipo de luxo mas acho que quanto mais velhos ficamos, mais curtimos um confortinho extra.
Nunca fui muito acostumada com esse tipo de luxo mas acho que quanto mais velhos ficamos, mais curtimos um confortinho extra.
domingo, janeiro 29, 2012
Ovo
Na última sexta fui ao meu sétimo espetáculo do "Cirque do Soleil"- OVO - que está em Santa Monica esse mês. O show é baseado no mundo dos insetos e o ovo como símbolo infinito da vida. A trilha sonora é brasileira como esta aqui.Meu personagem favorito foi a "Creatura" porque deu vontade de deixar o bambolê de lado e brincar muito com isso. É um slinky gigante. Amei!
sábado, janeiro 21, 2012
De volta ao passado
Um grupo no Facebook dos estudantes de Jornalismo da UFSC criado há duas semanas tem me deixado na internet mais tempo do que o normal, e olha que já passo muito tempo no computador. A princípio era pra ser uma coisa mais dos calouros, até entrar o Mutley, meu amigo há 22 anos desde os tempos de 2º grau, que chamou todo mundo "dazantiga". Agora com mais de 800 membros entre professores, alunos e ex-alunos desde a abertura do curso em 1979, são centenas de postagens diárias e muitas fotos. Imagina 800 jornalistas juntos e a fome que é de se comunicarem? E eu relembrando uma fase que já estava bem apagada na minha memória.
Após 12 anos nos Estados Unidos, conheci tanta gente nesse meio tempo que minha vida no Brasil parece quase algo de outra encarnação. Está sendo uma delícia reviver esse passado, não que queira que voltasse mas que bate saudade bate.
Tenho ótimas recordações do meu tempo de faculdade, praticamente vivia lá dentro e em congressos, conheci cada pedacinho daquela universidade. Não segui muito a profissão mas não me arrependo um minuto de ter estudado lá. Até hoje nunca vi uma turma de universitários em nenhum lugar do mundo que tenha criado tantos laços como nós criamos naquele curso de Jornalismo na década de 90. Quando volto ao Brasil, são eles que eu encontro.
Como ávida por comunicação que eu sou, está super gostoso reencontrar amigos, rir, ler tudo e comentar, mas não tanto quanto o Mutley, diga-se de passagem. Aí veio o vício pois a cada hora que me afasto a gente perde o bonde andando. Aos poucos tudo se normaliza pois tenho muitos projetos pra tocar nesse início de 2012. Ser dona do próprio negócio requer muito tempo respondendo e-mails e pensando em formas de melhorar.
Apesar do tempo gasto na companhia cibernética da turma nesta semana, esse excesso está servindo de inspiração. Bateu saudade de escrever. Não só aqui, bateu uma saudadezinha também de mexer com jornalismo. Ter vindo pra cá com pouca experiência em jornalismo, impossibilitou mandar muitas matérias. Trabalhar aqui com nível de inglês que eu tinha também era bem inviável. Eu sei que alguns colegas conseguiram mas eu desviei para o lado artístico. Agora deu vontade. Os contatos são grandes, o inglês é fluente. Será que há possibilidade?
Após 12 anos nos Estados Unidos, conheci tanta gente nesse meio tempo que minha vida no Brasil parece quase algo de outra encarnação. Está sendo uma delícia reviver esse passado, não que queira que voltasse mas que bate saudade bate.
Tenho ótimas recordações do meu tempo de faculdade, praticamente vivia lá dentro e em congressos, conheci cada pedacinho daquela universidade. Não segui muito a profissão mas não me arrependo um minuto de ter estudado lá. Até hoje nunca vi uma turma de universitários em nenhum lugar do mundo que tenha criado tantos laços como nós criamos naquele curso de Jornalismo na década de 90. Quando volto ao Brasil, são eles que eu encontro.
Como ávida por comunicação que eu sou, está super gostoso reencontrar amigos, rir, ler tudo e comentar, mas não tanto quanto o Mutley, diga-se de passagem. Aí veio o vício pois a cada hora que me afasto a gente perde o bonde andando. Aos poucos tudo se normaliza pois tenho muitos projetos pra tocar nesse início de 2012. Ser dona do próprio negócio requer muito tempo respondendo e-mails e pensando em formas de melhorar.
Apesar do tempo gasto na companhia cibernética da turma nesta semana, esse excesso está servindo de inspiração. Bateu saudade de escrever. Não só aqui, bateu uma saudadezinha também de mexer com jornalismo. Ter vindo pra cá com pouca experiência em jornalismo, impossibilitou mandar muitas matérias. Trabalhar aqui com nível de inglês que eu tinha também era bem inviável. Eu sei que alguns colegas conseguiram mas eu desviei para o lado artístico. Agora deu vontade. Os contatos são grandes, o inglês é fluente. Será que há possibilidade?
sexta-feira, dezembro 02, 2011
Santa Ana
Essa semana foi o que cheguei mais perto de viver numa zona de desastre natural. Na última quarta-feira recebemos os ventos de Santa Ana que chegaram a 150 km/h. Pra mim, só não foi furacão porque não choveu mas a força do vento devastou a parte leste da cidade onde eu moro.
Só na minha rua já tinham galhos por todos os lados e duas árvores caídas. Ficamos 14 horas sem luz. Postes foram derrubados e várias explosões de transformadores deixaram 347 mil pessoas sem energia elétrica. Alguns bairros também ficaram sem abastecimento de água e continuam sem luz.
Essa ventania acontece geralmente uma vez por ano e é responsável por muitos incêndios durante o verão mas nunca tinha visto assim tão forte. Além do mais, o "epicentro" foi em Pasadena, bairro ao lado do meu e o mais arborizado de Los Angeles. Hoje dirigi por lá e parecia uma zona de guerra. Só no pequeno trecho de uma rua vi umas 10 árvores no chão. Tem restos de árvores espalhados por todas as ruas. Nem árvores centenárias resistiram.
Pelo menos não tivemos nenhuma fatalidade e no final das contas apesar do susto tive sorte pela árvore sicômoro (sycamore) atrás do meu quarto ter resistido em pé. Além disso, moro na metade do bairro que a luz voltou mais rápido.
Agora a trilha sonora dos últimos dias tem sido a da serra elétrica e sirenes pela vizinhança. Tem muito trabalho pela frente.
Fotos no LA Times
quinta-feira, novembro 03, 2011
Ojai
Eu e o Duda estamos apaixonados por Ojai, uma cidadezinha a 90 minutos de Los Angeles. Semana passada aproveitamos uma promoção para passar uns dias lá. Ficamos num hotelzinho super aconchegante no centro da cidade, o Capri Hotel. O lugar era simples mas com estilo, chá e shampoo de qualidade.
Ojai tem 8 mil habitantes e entre eles muitos artistas, esoterismo, espiritualidade e fazendas de produtos orgânicos. Que combinação, né? Um amigo disse que a cidade também é conhecida por seus colégios internos.
No primeiro dia fizemos uma trilha pequena, curtimos a piscina já que deve ser a última semana de calor e fomos ver o por do sol na Meditation Mount, um centro de meditação no topo de uma montanha.
No segundo dia demos uma volta pela cidade e todas as suas lojinhas originais: um spa pra cachorro (hahaha), uma livraria ao ar livre, um mercadinho de produtos naturais, um espaço (dome) pra yoga, galerias de arte e lojas de roupa. Todo o comércio é super charmosinho por causa da decoração e arquitetura espanhola.
Almoçamos com uma amiga que mora lá e eu não via há anos e pra terminar o tour na cidade, nada como um wine tasting (degustação) na Casa Barranca.
De lá fomos para a nossa atração preferida: as águas termais (hot springs). Juntamente conosco, chegaram 2 índios equatorianos que estão um tempo na cidade dando palestras sobre cura através dos 5 elementos da natureza. Umas mini-férias merecidas.
Ojai tem 8 mil habitantes e entre eles muitos artistas, esoterismo, espiritualidade e fazendas de produtos orgânicos. Que combinação, né? Um amigo disse que a cidade também é conhecida por seus colégios internos.
No primeiro dia fizemos uma trilha pequena, curtimos a piscina já que deve ser a última semana de calor e fomos ver o por do sol na Meditation Mount, um centro de meditação no topo de uma montanha.
No segundo dia demos uma volta pela cidade e todas as suas lojinhas originais: um spa pra cachorro (hahaha), uma livraria ao ar livre, um mercadinho de produtos naturais, um espaço (dome) pra yoga, galerias de arte e lojas de roupa. Todo o comércio é super charmosinho por causa da decoração e arquitetura espanhola.
Almoçamos com uma amiga que mora lá e eu não via há anos e pra terminar o tour na cidade, nada como um wine tasting (degustação) na Casa Barranca.
De lá fomos para a nossa atração preferida: as águas termais (hot springs). Juntamente conosco, chegaram 2 índios equatorianos que estão um tempo na cidade dando palestras sobre cura através dos 5 elementos da natureza. Umas mini-férias merecidas.
quinta-feira, outubro 13, 2011
Fiat
Voltei do Brasil em julho com uma surpresa: carros Fiat espalhados pela cidade. Algumas pessoas insistem que já existiam carros dessa marca no país mas eu nunca tinha visto. Neste ano a Fiat entrou no mercado através de uma parceria com a falida Chrysler e começou a fabricação do modelo 500. Adorei a novidade, primeiro porque se parece com o meu xodó, o Smart car. Segundo, porque precisamos de carros mais econômicos.
De acordo com a Fiat, as vendas estão bem aquém do esperado já que americanos são resistentes a carros pequenos por acharem menos seguros. Vou ficar torcendo.
Agora só faltam os franceses.
De acordo com a Fiat, as vendas estão bem aquém do esperado já que americanos são resistentes a carros pequenos por acharem menos seguros. Vou ficar torcendo.
Agora só faltam os franceses.
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