O Diário do Litoral de Itajaí-SC, mais conhecido como Diarinho, é um jornal sensacionalista e escrachado no qual o dono já foi preso várias vezes. Eles usam uma linguagem bem popular, várias gírias e "botam a boca no trombone". São sensacionalistas mas pelo menos não são vendidos.
Olha o que saiu essa semana:
"Bono Vox é processado no Balneário"
Líder da banda e Larry Mullen receberam intimação no aeroporto de Guarulhos, e agora vão responder a processo movido na terrinha
Os integrantes da banda irlandesa U2, que se apresentou em São Paulo na última segunda e terça-feira, não são tão bonzinhos quanto demonstram. É o que garante o advogado Francisco Marcelo da Rocha Walter de Assis, de Balneário Camboriú. Ele cuida de um processo indenizatório por danos morais movido contra o U2 na comarca da Maravilha do Atlântico Sul.
O processo surgiu depois da banda vir ao Brasil pela primeira vez, em 1998. O autor da ação movida em 2003, Franco Bruni, havia contratado o U2 para tocar no país, e de acordo com Assis, o cachê foi pago direitinho. Mas o Bono Vox (cujo nome verdadeiro é Paul Hewson), líder da banda, depois desembestou a dizer, sabe-se lá o motivo, que não havia recebido a grana.
Assis contou à reportagem do DIARINHO, via e-mail, que quando a banda chegou no aeroporto de Guarulhos, por volta das 5h30 do último domingo (19 de fevereiro), um oficial de justiça, com auxílio da Polícia Federal (PF), foi enviado pra notificá-los, por conta da ação judicial. Bono Vox então teria proibido que as portas fossem abertas, e ordenado que a aeronave fosse abastecida, para eles deixarem o país.
"A Polícia Federal prontamente reprimiu o desacato, informando à tripulação que estava em solo brasileiro e sujeita às leis brasileiras, e que, evitando medidas mais drásticas, as portas da aeronave deveriam ser abertas para que a ordem legal fosse cumprida", conta Assis no e-mail.
Abertas às portas, Bono Vox e Larry Mullen, outro integrante da banda, foram notificados. Mullen teria rabiscado palavras sem nexos na sua via, enquanto Vox, apesar de todos os protestos, assinou a parada. Depois de toda a confusão, o U2 deixou o aeroporto, mas o caso acabou sendo abafado pela "grande" mídia. Aí, Assis resolveu contar a história ao DIARINHO, pois sabia que a gente é um jornal cocudo, que não teria medo de publicar a história.
E se os fãs da banda acharem que tudo não passa de invenção, por inveja do U2, pode conferir que o processo existe mesmo. É só pesquisar no site do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (www.tj.sc.gov.br). O número do processo é 005.03.000544-7, e rola na 3ª vara cível do Balneário Camboriú. É movido pelo Franco Cecchini Bruni Neto contra o Paul Hewson (que é o Bono Vox, povo).
Como dependia do roqueiro famoso ser intimado, o que aconteceu em Sampa, agora é que o bicho começa a pegar. Pra não dizer que o DIARINHO não segue todos os princípios do jornalismo, a reportagem não conseguiu descobrir o telefone do rock-star, pra ouvir a versão dele. Se bem que não ia adiantar muita coisa mesmo, nosso repórter não entende porra nenhuma de inglês. O que importa é que numa dessas, o Bono Vox dará um pulinho no fórum de Balneário. Quem sabe, ele poderia até dar uma esticadinha em Itajaí, e provar uma empada de camarão na lanchonete do Zico, ali na galeria do Sodegaura Center, ou cortar o cabelão medonho no Stephano Beauty Hair, na mesma galeria de lojas. Legal, né?
sábado, fevereiro 25, 2006
quinta-feira, fevereiro 16, 2006
divagando
Divagar é uma das minhas principais atividades. Semana passada eu e o Dan conversamos sobre a possibilidade de terminar nossa relação. É uma história longa, não vou me reter nela. Não é nada certo, só estamos vendo se há chances de resolver nossas diferenças.
Mas falando ontem com uma amiga, ela disse que se isso acontecesse com ela, ela voltaria pro Brasil. E eu? O que eu faria? Continuaria em LA? Botaria os pés na estrada novamente? Me mudaria pra San Francisco? Noite passada sonhei o tempo todo com o Hawaii. Não sei. Provavelmente precisaria de uma grande mudança. Sei lá. Mudanças ajudam a desviar o pensamento do passado pro futuro. Mas ao mesmo tempo recomeçar do zero requer muita força de vontade.
E por falar em sonho, tive um sonho muito louco. Mas pra resumir, Mel Gibson estava num evento no Whole Foods cheio de seguranças e quando dei de cara com ele - pasmem! - ele era uma planta! O rosto dele era até meio verdinho. Ele tinha o corpo mas no lugar das pernas, era um vaso. Às vezes ele tomava um pílula que fazia ele ter pernas de novo. Como é que eu tenho sonhos assim?
Mas falando ontem com uma amiga, ela disse que se isso acontecesse com ela, ela voltaria pro Brasil. E eu? O que eu faria? Continuaria em LA? Botaria os pés na estrada novamente? Me mudaria pra San Francisco? Noite passada sonhei o tempo todo com o Hawaii. Não sei. Provavelmente precisaria de uma grande mudança. Sei lá. Mudanças ajudam a desviar o pensamento do passado pro futuro. Mas ao mesmo tempo recomeçar do zero requer muita força de vontade.
E por falar em sonho, tive um sonho muito louco. Mas pra resumir, Mel Gibson estava num evento no Whole Foods cheio de seguranças e quando dei de cara com ele - pasmem! - ele era uma planta! O rosto dele era até meio verdinho. Ele tinha o corpo mas no lugar das pernas, era um vaso. Às vezes ele tomava um pílula que fazia ele ter pernas de novo. Como é que eu tenho sonhos assim?
terça-feira, fevereiro 14, 2006
Happy Valentine's
Como eu não queria lidar com reservas de restaurante e tudo o mais, resolvi comemorar o Valentine's ontem. Comemos num restaurante chamado Stinking Rose, ou seja, Rosa Fedida porque a especialidade da casa é alho. A comida é deliciosa e tudo vem com muito mas muito alho.
Um detalhe que eu tinha esquecido é que alho é muito gostoso na hora mas depois...Definitivamente não seria o lugar pra levar um amor recente.
Depois de 24 horas, minha boca ainda está com gosto de alho. Não aguento mais. Ontem não dava pra chegar perto de ninguém. Peraí, pensando bem é um bom lugar pra levar o namorado porque se os dois estão fedidos a alho, só os dois se aturam e ficam longe de todo mundo.
Comer lá de novo só daqui a uns aninhos.
UPDATE
Faz um tempo que não sou mais chegada nessas comemorações comerciais mas como nossos fusos-horários (tá certo esse plural?) são opostos, aproveito essas datas pra poder fazer algo legal. Como anda o maior calor em pleno inverno por aqui, hoje a noite pegamos um cobertor, o Pimpy e a Nina e fomos pra praia de Malibu namorar um pouquinho. Que delícia! Fazia tempo que não ia pra praia de noite.
Um detalhe que eu tinha esquecido é que alho é muito gostoso na hora mas depois...Definitivamente não seria o lugar pra levar um amor recente.
Depois de 24 horas, minha boca ainda está com gosto de alho. Não aguento mais. Ontem não dava pra chegar perto de ninguém. Peraí, pensando bem é um bom lugar pra levar o namorado porque se os dois estão fedidos a alho, só os dois se aturam e ficam longe de todo mundo.
Comer lá de novo só daqui a uns aninhos.
UPDATE
Faz um tempo que não sou mais chegada nessas comemorações comerciais mas como nossos fusos-horários (tá certo esse plural?) são opostos, aproveito essas datas pra poder fazer algo legal. Como anda o maior calor em pleno inverno por aqui, hoje a noite pegamos um cobertor, o Pimpy e a Nina e fomos pra praia de Malibu namorar um pouquinho. Que delícia! Fazia tempo que não ia pra praia de noite.
domingo, fevereiro 12, 2006
Atualizando...
Andei sumida por causa de uns problemas pessoais e perdi a animação de escrever. Mas pros amigos no Brasil que ainda aparecem, aqui vão as novidades:
- Marco Túlio, meu amigo de faculdade, está morando há um mês com a gente e vai ficar por um tempo.
- Ele, por acaso, já fez questão de colocar antena parabólica e a Globo. A prova que agora deixei de ser jornalista é que às vezes me bate uma tristeza danada quando assisto ao Jornal Nacional. Vocabulário que não falta é golpe, trapaça, trambique, cambalacho, quadrilha, maracutaia...
- Semana passada pela primeira vez me apresentei oficialmente com um grupo, o Phoenix Project. Foi apenas uma participação pequena na comemoração do Ano Novo Chinês mas gostei.

- Nesse último sábado, pra sair do baixo astral da última semana, resolvi ir numa festa chamada Lucent L'amour que meus amigos promoveram. O local: uma igreja que estava fechada há 20 anos por causa dos estragos de um terremoto. O DJ comandava o culto à dança no altar. Casais se amavam nos confessionários. Mulheres semi-nuas e fantasias tribais por todos os lados.
- Marco Túlio, meu amigo de faculdade, está morando há um mês com a gente e vai ficar por um tempo.
- Ele, por acaso, já fez questão de colocar antena parabólica e a Globo. A prova que agora deixei de ser jornalista é que às vezes me bate uma tristeza danada quando assisto ao Jornal Nacional. Vocabulário que não falta é golpe, trapaça, trambique, cambalacho, quadrilha, maracutaia...
- Semana passada pela primeira vez me apresentei oficialmente com um grupo, o Phoenix Project. Foi apenas uma participação pequena na comemoração do Ano Novo Chinês mas gostei.

- Nesse último sábado, pra sair do baixo astral da última semana, resolvi ir numa festa chamada Lucent L'amour que meus amigos promoveram. O local: uma igreja que estava fechada há 20 anos por causa dos estragos de um terremoto. O DJ comandava o culto à dança no altar. Casais se amavam nos confessionários. Mulheres semi-nuas e fantasias tribais por todos os lados.
Thumbs up

Hoje assisti Me and You and Everyone we know. Escrito, dirigido e estrelado por Miranda July, esse foi o primeiro filme dela. História de um vendedor de sapato que está se separando da mulher e conhece uma motorista de táxi para idosos. No meio desse enredo, várias histórias paralelas sobre amor, sexo, solidão, desilusão. Estou encantada até agora, é um filme meio "arte" e meio poético. Tudo original: diálogos, música e história. O filme tem um toque de surrealismo mas mesmo assim com personagens muito bem estruturados e um roteiro que entretém e te faz refletir. Além do mais não é um filme pretencioso. Foi um dos melhores diálogos que eu já vi num filme e o elenco não fica por baixo. Como uma pessoa consegue fazer um primeiro filme tão genial mesmo sem ter experiência?
Amei!!!
segunda-feira, fevereiro 06, 2006
The governator in Brazil
Vídeo gravado no início dos anos 80 sobre o Schwarzenegger visitando o Rio. É uma das coisas mais bregas que eu já vi.
domingo, fevereiro 05, 2006
Coincidencias da vida
Grandes coincidências que me faz acreditarem em como o mundo é tão pequeninho.
1) 1994
Morei no Rio até 1989 quando eu tinha 14 anos.
Cinco anos depois. Certo dia no Enecom (Encontro Nacional dos Estudantes de Comunicação Social) em Brasília, estava caminhando pela universidade com a galera do Rio - eu sempre acabava andando com os cariocas - e um cara chega pra mim:
- Eu te conheço.
- É mesmo? Puxa!
- Sério. Você mora no Rio?
- Morei. Muitos anos atrás.
- Rua Vitório da Costa?
Aí eu me assustei. Quem é esse cara que sabe a rua onde eu morava quando era criança? E ele continua:
- Número 12?
- PERAI! QUEM EH VOCE?
- Eu sou o Juninho, primo do Alexandre que era teu vizinho.
Putz grila, eu devia ter uns 11 anos e acho que vi o Juninho umas 3 vezes. A diferença como ele disse é que eu não mudei nada e ele tinha virado um homão. Surpresa minha um cara do nada em Brasília te reconhecer assim.
2) 1996
Voltando de um congresso na Venezuela, entro no avião e sentado atrás de mim está um ex-chefe. O que um fotógrafo de surf está fazendo na Venezuela?? Não tem onda lá. Conversamos durante horas.
3) 1999
Entrando num posto telefônico em Santarém, PA, dou de cara com o "Galo", que estudou comigo no 2o. grau. Ele estava morando lá. Taí outro lugar que parecia tão improvável conhecer alguém, ainda mais vindo do tradicional Colégio Catarinense.
4) Provavelmente a maior de todas. 1998/2001/2003
Em 98, conheci um fotógrafo americano (que mora no Rio) nas minhas férias em Jericoacara, CE. Passamos um dia fazendo vários passeios porque ele estava fazendo uma matéria e como o jornal estava pagando por tudo, eu aproveitei. E foi isso.
2001. Assistindo um campeonato de surf no North Shore de Oahu, olho pro lado e lá estava o John.
- Você é o John?
- caramba! Te conheci uns anos atrás no Ceará.
- ei!
Conversinha breve e cada um foi prum lado.
2003. Burning Man. Eu, Blue e Danette estávamos caminhando e resolvi tentar uma carona em algum art car. Finalmente um "carro alegórico" com 2 homens pára e a gente começa aquela conversinha de sempre:
- De onde você é?
E o cara da frente: - Eu moro no Brasil.
E as minhas amigas: - A Gisele é brasileira.
Eu olho pra ele: - Eu não acredito. JOHN?
Terceira vez. Cada uma num lugar super remoto. Vale lembrar que o Burning Man é um evento com 35 MIL pessoas e o John me aparece assim do nada. Dessa vez a gente ficou espantado com olhos arregalados um pro outro. Onde será o próximo encontro? Tailândia? Ilha de Páscoa?
1) 1994
Morei no Rio até 1989 quando eu tinha 14 anos.
Cinco anos depois. Certo dia no Enecom (Encontro Nacional dos Estudantes de Comunicação Social) em Brasília, estava caminhando pela universidade com a galera do Rio - eu sempre acabava andando com os cariocas - e um cara chega pra mim:
- Eu te conheço.
- É mesmo? Puxa!
- Sério. Você mora no Rio?
- Morei. Muitos anos atrás.
- Rua Vitório da Costa?
Aí eu me assustei. Quem é esse cara que sabe a rua onde eu morava quando era criança? E ele continua:
- Número 12?
- PERAI! QUEM EH VOCE?
- Eu sou o Juninho, primo do Alexandre que era teu vizinho.
Putz grila, eu devia ter uns 11 anos e acho que vi o Juninho umas 3 vezes. A diferença como ele disse é que eu não mudei nada e ele tinha virado um homão. Surpresa minha um cara do nada em Brasília te reconhecer assim.
2) 1996
Voltando de um congresso na Venezuela, entro no avião e sentado atrás de mim está um ex-chefe. O que um fotógrafo de surf está fazendo na Venezuela?? Não tem onda lá. Conversamos durante horas.
3) 1999
Entrando num posto telefônico em Santarém, PA, dou de cara com o "Galo", que estudou comigo no 2o. grau. Ele estava morando lá. Taí outro lugar que parecia tão improvável conhecer alguém, ainda mais vindo do tradicional Colégio Catarinense.
4) Provavelmente a maior de todas. 1998/2001/2003
Em 98, conheci um fotógrafo americano (que mora no Rio) nas minhas férias em Jericoacara, CE. Passamos um dia fazendo vários passeios porque ele estava fazendo uma matéria e como o jornal estava pagando por tudo, eu aproveitei. E foi isso.
2001. Assistindo um campeonato de surf no North Shore de Oahu, olho pro lado e lá estava o John.
- Você é o John?
- caramba! Te conheci uns anos atrás no Ceará.
- ei!
Conversinha breve e cada um foi prum lado.
2003. Burning Man. Eu, Blue e Danette estávamos caminhando e resolvi tentar uma carona em algum art car. Finalmente um "carro alegórico" com 2 homens pára e a gente começa aquela conversinha de sempre:
- De onde você é?
E o cara da frente: - Eu moro no Brasil.
E as minhas amigas: - A Gisele é brasileira.
Eu olho pra ele: - Eu não acredito. JOHN?
Terceira vez. Cada uma num lugar super remoto. Vale lembrar que o Burning Man é um evento com 35 MIL pessoas e o John me aparece assim do nada. Dessa vez a gente ficou espantado com olhos arregalados um pro outro. Onde será o próximo encontro? Tailândia? Ilha de Páscoa?
Homem X Mulher
sexta-feira, janeiro 27, 2006
sexta-feira, janeiro 20, 2006
Jogo do curriculo
Quando era criança, eu vivia fazendo lista. Agora a única lista que eu sempre faço é de coisas pra fazer. Mas gostei do Jogo do Currículo da Leila. E como já fiz e continuo fazendo tanta coisa legal nessa vida, resolvi fazer a primeira em anos. Então vamos lá, aos poucos eu aumento.
1) Dar o primeiro chute dentro da barriga da minha mãe no show dos Secos e Molhados. Foi quando ela descobriu que estava grávida.
2) Ganhar uma festa de aniversário de 5 anos dentro de um ônibus quando voltava da Argentina.
3) Ter passado minha infância inteira acampando.
4) Aos 7 anos, viajar num fusquinha de 11 anos de Floripa ao Rio com mais 5 pessoas. Chegar lá num temporal violento e ver pessoas dirigindo na calçada pra fugir do tráfico.
5) Ir pra Disney sozinha aos 11 anos.
6) Já namorei alemão, italiano, norueguês, inglês, americano, russo, mexicano e até brasileiro. A idéia era brincar de War pelo mundo mas não avancei muito.
7) Passar 3 meses na Amazônia ensinando rádio comunitária com a minha melhor amiga. Viajar é bom mas estar envolvida na comunidade de um mundo completamente diferente do nosso é melhor ainda. Aprendi a ver um outro lado da igreja católica muito mais digno.
8) Viajar de motorhome pela Europa. (pra falar a verdade não foi tão divertido mas valeu a experiência)
9) Ter representado o Brasil (sendo a única brasileira) no Congresso Latinoamericano de Estudantes de Comunicação Social na Venezuela e ter que falar em espanhol na frente de 700 pessoas.
10) Ter organizado um encontro nacional de uma semana pra 1000 pessoas praticamente sozinha.
11) Ter morado no North Shore do Hawaii de frente pra praia e ter surfado lá.
12) Vir passar 3 meses nos EUA e ter ficado de vez. Penso nisso quase todos os dias.
13) Ir ao Burning Man. A primeira vez sem conhecer ninguém, de carona. Essa foi uma melhores coisas que eu encontrei nesse país. Não é somente um festival mas toda uma comunidade que veio depois desta experiência. Mudou minha vida.
14) Voltar pra casa de um bar às 7 da manhã aos 10 anos (não foi divertido).
15) Passar um mês viajando pela Bahia sem planos, sem rumo definido. Como disse a Leila, não ter companhia nunca me impediu de fazer nada, na verdade eu gosto de viajar sozinha.
16) Transar em alguns lugares loucos.
17) Ter 31 anos e ter mais energia que muita gente de 21.
18) Ser chamada de louca por um hippie que vende artesanatos na rua e que não parecia nada normal.
19) Ter alimentado um golfinho.
20) Ter aprendido hoop dancing e na verdade me tornado boa nisso. Me fez perder a vergonha de palco. Uma das minhas fontes de felicidade.
21) Fazer parte de um grupo de pessoas mais interessantes, exóticas, criativas e lindas que já conheci.
22) Ter trabalhado num Summer Camp.
23) Ter conhecido o Seu Chico, um velhinho que morava sozinho no último engenho de farinha movido a boi em Floripa e que fazia uma cachacinha muito boa. Passamos uma tarde inteira conversando. Ele foi assassinado um ano depois e até hoje não descobriram o responsável.
24) Ter me virado sozinha a vida inteira sem ajuda de ninguém.
25) Dar de cara com um parente em semi-coma numa tentativa de suicídio (eu não ia contar essa mas foi algo que me marcou muito).
26) Ter sido presidente do Centro Acadêmico por 3 anos e feito parte da ENECOS - Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social. O movimento estudantil me trouxe muita coisa boa: experiência, amizades que mantenho até hoje, inúmeras viagens, perder a vergonha de falar em público, namorados, a sensação de fazer algo bom pela sociedade, entender toda a estrutura da universidade e estar 100% envolvida nela. Minha época de faculdade foi muito boa!!!
Tem outras coisas que não dá pra publicar aqui e provavelmente outras coisas que não lembro agora.
1) Dar o primeiro chute dentro da barriga da minha mãe no show dos Secos e Molhados. Foi quando ela descobriu que estava grávida.
2) Ganhar uma festa de aniversário de 5 anos dentro de um ônibus quando voltava da Argentina.
3) Ter passado minha infância inteira acampando.
4) Aos 7 anos, viajar num fusquinha de 11 anos de Floripa ao Rio com mais 5 pessoas. Chegar lá num temporal violento e ver pessoas dirigindo na calçada pra fugir do tráfico.
5) Ir pra Disney sozinha aos 11 anos.
6) Já namorei alemão, italiano, norueguês, inglês, americano, russo, mexicano e até brasileiro. A idéia era brincar de War pelo mundo mas não avancei muito.
7) Passar 3 meses na Amazônia ensinando rádio comunitária com a minha melhor amiga. Viajar é bom mas estar envolvida na comunidade de um mundo completamente diferente do nosso é melhor ainda. Aprendi a ver um outro lado da igreja católica muito mais digno.
8) Viajar de motorhome pela Europa. (pra falar a verdade não foi tão divertido mas valeu a experiência)
9) Ter representado o Brasil (sendo a única brasileira) no Congresso Latinoamericano de Estudantes de Comunicação Social na Venezuela e ter que falar em espanhol na frente de 700 pessoas.
10) Ter organizado um encontro nacional de uma semana pra 1000 pessoas praticamente sozinha.
11) Ter morado no North Shore do Hawaii de frente pra praia e ter surfado lá.
12) Vir passar 3 meses nos EUA e ter ficado de vez. Penso nisso quase todos os dias.
13) Ir ao Burning Man. A primeira vez sem conhecer ninguém, de carona. Essa foi uma melhores coisas que eu encontrei nesse país. Não é somente um festival mas toda uma comunidade que veio depois desta experiência. Mudou minha vida.
14) Voltar pra casa de um bar às 7 da manhã aos 10 anos (não foi divertido).
15) Passar um mês viajando pela Bahia sem planos, sem rumo definido. Como disse a Leila, não ter companhia nunca me impediu de fazer nada, na verdade eu gosto de viajar sozinha.
16) Transar em alguns lugares loucos.
17) Ter 31 anos e ter mais energia que muita gente de 21.
18) Ser chamada de louca por um hippie que vende artesanatos na rua e que não parecia nada normal.
19) Ter alimentado um golfinho.
20) Ter aprendido hoop dancing e na verdade me tornado boa nisso. Me fez perder a vergonha de palco. Uma das minhas fontes de felicidade.
21) Fazer parte de um grupo de pessoas mais interessantes, exóticas, criativas e lindas que já conheci.
22) Ter trabalhado num Summer Camp.
23) Ter conhecido o Seu Chico, um velhinho que morava sozinho no último engenho de farinha movido a boi em Floripa e que fazia uma cachacinha muito boa. Passamos uma tarde inteira conversando. Ele foi assassinado um ano depois e até hoje não descobriram o responsável.
24) Ter me virado sozinha a vida inteira sem ajuda de ninguém.
25) Dar de cara com um parente em semi-coma numa tentativa de suicídio (eu não ia contar essa mas foi algo que me marcou muito).
26) Ter sido presidente do Centro Acadêmico por 3 anos e feito parte da ENECOS - Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social. O movimento estudantil me trouxe muita coisa boa: experiência, amizades que mantenho até hoje, inúmeras viagens, perder a vergonha de falar em público, namorados, a sensação de fazer algo bom pela sociedade, entender toda a estrutura da universidade e estar 100% envolvida nela. Minha época de faculdade foi muito boa!!!
Tem outras coisas que não dá pra publicar aqui e provavelmente outras coisas que não lembro agora.
quarta-feira, janeiro 18, 2006
quote of the month
"You know the world is going crazy when the best rapper is a white guy, the best golfer is a black guy, the tallest guy in the NBA is Chinese, the Swiss hold the America's Cup, France is accusing the U.S. of arrogance, Germany doesn't want to go to war, and the three most powerful men in America are named Bush, Dick, and Colon."
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