Comendo em LA
- comida tailandesa - frango ao molho de curry
- thai ice tea - tipo um chá-mate com leite condensado
- chai latte - acho que é coisa de indiano mas consiste em chá preto com ervas e leite.
- comida chinesa - shrimp fried rice
- Bossa Nova - restaurante brasileiro na rua do lado
- muffin - um bolinho (café-da-manhã)
- Bagel com cream cheese e salmão defumado
Pois é, além do típico ovos mexidos com bacon, americano está na onda de comer bagel
- sushi no Kabuki - bom e muito barato
- sorvete Rocky road - chocolate com marshmallow
- long island ice tea - um drink que mistura +/- 5 tipos de bebida
- a sopa que eu faço
O que mais se come por aqui é comida mexicana mas eu não sou muito fã.
terça-feira, outubro 19, 2004
segunda-feira, outubro 18, 2004
Chuva
Dá pra contar nos dedos os dias chuvosos por ano em LA. Ainda estranho o fato de vivermos num semi-deserto na beira da praia. Então quando chove, esta cidade não tem estrutura nenhuma pra suportar a chuva. Há 2 dias que chove (não o tempo todo) e já ocorreram vários alagamentos, lama por todos os lados, água que entrou na casa, gente que perdeu o carro (lembro quando eu morava na Hercilio Luz e todo mundo corria pra tirar o carro das garagens subterrâneas). Também tem o fato de que não é uma cidade muito arborizada. Na Melrose, perto daqui de casa, as lojas colocam sacos de areia nas portas. É, potência mundial (que fique claro que eu não gosto dessa classificação) também tem dessas coisas.
Dá pra contar nos dedos os dias chuvosos por ano em LA. Ainda estranho o fato de vivermos num semi-deserto na beira da praia. Então quando chove, esta cidade não tem estrutura nenhuma pra suportar a chuva. Há 2 dias que chove (não o tempo todo) e já ocorreram vários alagamentos, lama por todos os lados, água que entrou na casa, gente que perdeu o carro (lembro quando eu morava na Hercilio Luz e todo mundo corria pra tirar o carro das garagens subterrâneas). Também tem o fato de que não é uma cidade muito arborizada. Na Melrose, perto daqui de casa, as lojas colocam sacos de areia nas portas. É, potência mundial (que fique claro que eu não gosto dessa classificação) também tem dessas coisas.
sábado, outubro 16, 2004
Ser mala é...
Diz aí: tem coisa mais pé-no-saco que junk comment no blog? Lógico que deve ter mas putz... alguém que você nunca viu na vida escreve pra você só pra pedir pra visitar o blog ou fotolog. Ô louco, que necessidade de atenção! O pior é que se você dá um desconto e checa o site, geralmente são uns blogs só com baboseira.
Por exemplo, meu blog não tem muita informação interessante principalmente se a pessoa não me conhece. De vez em quando solto umas pra conhecimento geral. Então pra que vou convidar outras pessoas? Pra ver o meu cotidiano? Peloamordedeus, me poupe de blog mala.
Diz aí: tem coisa mais pé-no-saco que junk comment no blog? Lógico que deve ter mas putz... alguém que você nunca viu na vida escreve pra você só pra pedir pra visitar o blog ou fotolog. Ô louco, que necessidade de atenção! O pior é que se você dá um desconto e checa o site, geralmente são uns blogs só com baboseira.
Por exemplo, meu blog não tem muita informação interessante principalmente se a pessoa não me conhece. De vez em quando solto umas pra conhecimento geral. Então pra que vou convidar outras pessoas? Pra ver o meu cotidiano? Peloamordedeus, me poupe de blog mala.
quinta-feira, outubro 14, 2004
Agradecimentos
Sabe aquelas coisas que nunca passa pela sua cabeça? Eu nunca imaginei que o meu nome estaria na sessão de agradecimentos de um disco. E cá estou no novo disco do Mutaytor (o link está na sessão de música do blog) - Family Business.
Pimpy
Pimpy está com quase 6 meses. Eu adoro como o Dan e a família dele tratam meu filhote com o respeito de como se fosse um filho/neto/sobrinho. Trouxeram presentes, bateram várias fotos e sempre perguntam por ele. Também, é a 1ª criança da família. Melhor que aqui, só na Europa que cachorro é permitido em todos os lugares. E por que não? Se educar bem, muitas vezes incomodam menos que crianças. Não, eu gosto de criança, só acredito que animais também merecem respeito principalmente porque pra muitos de nós, eles são como filhos. obs: Anacris e eu já tivemos uma discussão sobre isso.
Sabe aquelas coisas que nunca passa pela sua cabeça? Eu nunca imaginei que o meu nome estaria na sessão de agradecimentos de um disco. E cá estou no novo disco do Mutaytor (o link está na sessão de música do blog) - Family Business.
Pimpy
Pimpy está com quase 6 meses. Eu adoro como o Dan e a família dele tratam meu filhote com o respeito de como se fosse um filho/neto/sobrinho. Trouxeram presentes, bateram várias fotos e sempre perguntam por ele. Também, é a 1ª criança da família. Melhor que aqui, só na Europa que cachorro é permitido em todos os lugares. E por que não? Se educar bem, muitas vezes incomodam menos que crianças. Não, eu gosto de criança, só acredito que animais também merecem respeito principalmente porque pra muitos de nós, eles são como filhos. obs: Anacris e eu já tivemos uma discussão sobre isso.
sábado, outubro 09, 2004
Amar é...
Fazer a mala do namorado que vai viajar no dia do aniversário dele enquanto você está doente em casa .
Cruz credo, me senti uma dona-de-casa. Como a gente muda! Que horror! O Dan é completamente desencanado com roupa e faz as mais absurdas combinações. Por isso pediu ajuda pra mim. Que seria desses homens sem nós?
Mas é por uma boa causa. Ele vai ficar 3 dias em Gainesville, Flórida fazendo campanha pro Senador Kerry. Depois dos 2 debates, há esperança. Kerry, sem sombra de dúvida, sabe como debater. Foi objetivo e tem argumentos bem baseados. Bush apela pro sentimentalismo + medo. Fala sobre liberdade, cultura da vida e que se ele não for eleito teme pela segurança do país. Eu recomendo ler o blog da Leila que conta mais sobre os debates.
Circles in the desert
É o título do documentário que estamos assistindo, produzido por Kinsey sei-lá-o-que, amigo do Dan. Trata-se do conflito entre judeus e palestinos que todos nós assistimos há décadas mas com ênfase no ponto-de-vista dos palestinos. Detalhes: Kinsey foi pra lá sozinho e é filho de judeu. Gostei da fotografia, do conteúdo, da narrativa e principalmente porque mostra um lado que raramente vemos na TV, ou seja, os judeus não são tão vítimas assim. Aos poucos tomam mais terras dos islâmicos, oprimem o povo, destroem prédios burocráticos, fecham lojas e interditam cidades como os nazistas fizeram com os judeus na II Guerra. Enquanto isso nos noticiários só vemos os atentados feitos na área judaica.
Será que há solução pra esse conflito? Difícil. Esse ódio se estende por centenas ou milhares de anos. Infelizmente acho que eles vão continuar se matando por muito tempo mas algo que poderia ajudar seria a criação de um país palestino e a divisão de Jerusalém como aconteceu com Berlim.
Fazer a mala do namorado que vai viajar no dia do aniversário dele enquanto você está doente em casa .
Cruz credo, me senti uma dona-de-casa. Como a gente muda! Que horror! O Dan é completamente desencanado com roupa e faz as mais absurdas combinações. Por isso pediu ajuda pra mim. Que seria desses homens sem nós?
Mas é por uma boa causa. Ele vai ficar 3 dias em Gainesville, Flórida fazendo campanha pro Senador Kerry. Depois dos 2 debates, há esperança. Kerry, sem sombra de dúvida, sabe como debater. Foi objetivo e tem argumentos bem baseados. Bush apela pro sentimentalismo + medo. Fala sobre liberdade, cultura da vida e que se ele não for eleito teme pela segurança do país. Eu recomendo ler o blog da Leila que conta mais sobre os debates.
Circles in the desert
É o título do documentário que estamos assistindo, produzido por Kinsey sei-lá-o-que, amigo do Dan. Trata-se do conflito entre judeus e palestinos que todos nós assistimos há décadas mas com ênfase no ponto-de-vista dos palestinos. Detalhes: Kinsey foi pra lá sozinho e é filho de judeu. Gostei da fotografia, do conteúdo, da narrativa e principalmente porque mostra um lado que raramente vemos na TV, ou seja, os judeus não são tão vítimas assim. Aos poucos tomam mais terras dos islâmicos, oprimem o povo, destroem prédios burocráticos, fecham lojas e interditam cidades como os nazistas fizeram com os judeus na II Guerra. Enquanto isso nos noticiários só vemos os atentados feitos na área judaica.
Será que há solução pra esse conflito? Difícil. Esse ódio se estende por centenas ou milhares de anos. Infelizmente acho que eles vão continuar se matando por muito tempo mas algo que poderia ajudar seria a criação de um país palestino e a divisão de Jerusalém como aconteceu com Berlim.
A novela pra marcar duas passagens
Não pensei que viajar para o Brasil fosse tão complicado.
Primeiro o dilema de escolher a data. Agora está frio e chuvoso. Final de outubro não dá porque minha mãe vai viajar. Novembro tem o Thanksgiving que o Dan não pode perder e dezembro as passagens encarecem 400 dólares. Depois de queimar os neurônios, decidimos quando ir. Aí veio a surpresa da demanda ser tão grande que as passagens em uma semana aumentaram pelo menos 200 dólares, além de que já está quase tudo lotado.
Passei os últimos 2 dias, com uma baita gripe diga-se de passagem, negociando com uma agência do Texas e uma agente aqui. Depois de reservarmos, ainda continuamos na dúvida porque não tô afim de passar Natal e Ano Novo nos EUA mas falaram que janeiro está completamente lotado. Veio a idéia de comprar só de ida e no Brasil me virava pra conseguir a volta. Humm...cheira à roubada. Não, melhor não. Já pensou se eu fico de vez? O problema é que tem aluguel pra pagar aqui.
Daí a agência do Texas conseguiu uma passagem barata saindo de Miami. Beleza! Compro LA-Miami separado. Acontece que todos aqueles pacotes irresistíveis sumiram e pra piorar tem o Dan indo pra Phoenix em pleno feriadão. Mais uma passagem separada. Putz grila que enrolação! LA, Phoenix, Miami, Sampa, Floripa...virou um quebra-cabeça. Acho que já pesquisei uns 15 websites e quase 10 agências de viagem. Fazem anos que compro passagem pela internet sem problema algum mas agora tô sentindo falta do Carlos, um agente em Floripa que sempre conseguia as melhores barganhas.
Não pensei que viajar para o Brasil fosse tão complicado.
Primeiro o dilema de escolher a data. Agora está frio e chuvoso. Final de outubro não dá porque minha mãe vai viajar. Novembro tem o Thanksgiving que o Dan não pode perder e dezembro as passagens encarecem 400 dólares. Depois de queimar os neurônios, decidimos quando ir. Aí veio a surpresa da demanda ser tão grande que as passagens em uma semana aumentaram pelo menos 200 dólares, além de que já está quase tudo lotado.
Passei os últimos 2 dias, com uma baita gripe diga-se de passagem, negociando com uma agência do Texas e uma agente aqui. Depois de reservarmos, ainda continuamos na dúvida porque não tô afim de passar Natal e Ano Novo nos EUA mas falaram que janeiro está completamente lotado. Veio a idéia de comprar só de ida e no Brasil me virava pra conseguir a volta. Humm...cheira à roubada. Não, melhor não. Já pensou se eu fico de vez? O problema é que tem aluguel pra pagar aqui.
Daí a agência do Texas conseguiu uma passagem barata saindo de Miami. Beleza! Compro LA-Miami separado. Acontece que todos aqueles pacotes irresistíveis sumiram e pra piorar tem o Dan indo pra Phoenix em pleno feriadão. Mais uma passagem separada. Putz grila que enrolação! LA, Phoenix, Miami, Sampa, Floripa...virou um quebra-cabeça. Acho que já pesquisei uns 15 websites e quase 10 agências de viagem. Fazem anos que compro passagem pela internet sem problema algum mas agora tô sentindo falta do Carlos, um agente em Floripa que sempre conseguia as melhores barganhas.
quinta-feira, outubro 07, 2004
Mapquest
Além do Google, um dos sites mais populares nos EUA é o Mapquest. Qualquer lugar que a gente precisa ir, é só digitar o endereço e a gente vê como chegar lá. Ainda mostra a distância e o tempo aproximado pra chegar no fim do trajeto. Agora só se perde quem quiser.
Além do Google, um dos sites mais populares nos EUA é o Mapquest. Qualquer lugar que a gente precisa ir, é só digitar o endereço e a gente vê como chegar lá. Ainda mostra a distância e o tempo aproximado pra chegar no fim do trajeto. Agora só se perde quem quiser.
domingo, setembro 26, 2004
sábado, setembro 25, 2004
Filme
Ontem estreou "Motorcycle Diaries" e eu fui na pré-estréia. Fazia tempo que um filme não me tocava tanto, ao ponto que me fez parar pra pensar em muita coisa pessoal. Um filme sobre ideais, auto-conhecimento, viagens, perseverança, de sair da rotina pra ver melhor as coisas ao seu redor.
Ótima direção, fotografia e atuação.
Me fez refletir como ando longe dos meus objetivos.
Earthdance
Semana passada fui no Earthdance. Uma celebração de música que ocorre ao mesmo tempo em 120 cidades de 52 países. A princípio pensei que seria mais uma festa estilo rave mas depois de ter perdido o emprego no dia anterior por causa de picuinhas era tudo o que eu precisava. Entendi mais uma vez porque ainda gosto de LA: os amigos verdadeiros e uma comunidade que me acolheu como parte da família. Além disso, nunca mais dancei numa festa como eu costumava até ouvir um dos melhores DJs até hoje: Donald Glaude. Melhor que droga. A música dele me colocou em estado de êxtase e eu dancei horas sem parar. Não sei de onde tirei tanta energia. Saí de lá mais feliz, tranquila, mais consciente do que quero fazer nesse momento e com um emprego temporário com um fotógrafo. P.S: sempre acabo arranjo um emprego no meio das festas. Justamente o que eu precisava, mais umas semaninhas de trabalho até partir pra Floripa.
Ontem estreou "Motorcycle Diaries" e eu fui na pré-estréia. Fazia tempo que um filme não me tocava tanto, ao ponto que me fez parar pra pensar em muita coisa pessoal. Um filme sobre ideais, auto-conhecimento, viagens, perseverança, de sair da rotina pra ver melhor as coisas ao seu redor.
Ótima direção, fotografia e atuação.
Me fez refletir como ando longe dos meus objetivos.
Earthdance
Semana passada fui no Earthdance. Uma celebração de música que ocorre ao mesmo tempo em 120 cidades de 52 países. A princípio pensei que seria mais uma festa estilo rave mas depois de ter perdido o emprego no dia anterior por causa de picuinhas era tudo o que eu precisava. Entendi mais uma vez porque ainda gosto de LA: os amigos verdadeiros e uma comunidade que me acolheu como parte da família. Além disso, nunca mais dancei numa festa como eu costumava até ouvir um dos melhores DJs até hoje: Donald Glaude. Melhor que droga. A música dele me colocou em estado de êxtase e eu dancei horas sem parar. Não sei de onde tirei tanta energia. Saí de lá mais feliz, tranquila, mais consciente do que quero fazer nesse momento e com um emprego temporário com um fotógrafo. P.S: sempre acabo arranjo um emprego no meio das festas. Justamente o que eu precisava, mais umas semaninhas de trabalho até partir pra Floripa.
quarta-feira, setembro 15, 2004
Dia da Independência
Burning Man este ano não foi tão mágico pra mim. Eu sabia que precisava de um tempo. Muita poeira, amigos com problema, o fim dos Serotonins e eu quase não dancei. Tudo bem. Foi bom passar um tempo longe de LA com os amigos.
E no Dia da Independência do Brasil (independente? really?) foi o meu dia da Independência também. Deu tudo certo. Atrasei a partida pro Burning Man em apenas um dia pra acertar toda a documentação e no dia 7 fomos pra entrevista. Foi super fácil e rápido. Não perguntaram nada e cá estou com o meu Green Card. Dá vontade de sair pelo mundo como eu sempre quis mas tem o Pimpy pra tomar conta.
Ah, já ia me esquecendo. O pior da entrevista foi quando o oficial me perguntou se eu tinha amigos comunistas. Não sei se choro ou se rio. Difícil de acreditar que este país ainda tem esse pavor de comunismo.
Burning Man este ano não foi tão mágico pra mim. Eu sabia que precisava de um tempo. Muita poeira, amigos com problema, o fim dos Serotonins e eu quase não dancei. Tudo bem. Foi bom passar um tempo longe de LA com os amigos.
E no Dia da Independência do Brasil (independente? really?) foi o meu dia da Independência também. Deu tudo certo. Atrasei a partida pro Burning Man em apenas um dia pra acertar toda a documentação e no dia 7 fomos pra entrevista. Foi super fácil e rápido. Não perguntaram nada e cá estou com o meu Green Card. Dá vontade de sair pelo mundo como eu sempre quis mas tem o Pimpy pra tomar conta.
Ah, já ia me esquecendo. O pior da entrevista foi quando o oficial me perguntou se eu tinha amigos comunistas. Não sei se choro ou se rio. Difícil de acreditar que este país ainda tem esse pavor de comunismo.
sexta-feira, setembro 10, 2004
Craigslist
Tem um website aqui nos EUA que começou em San Francisco e está se tornando mundialmente popular: o Craigslist. Trata-se de uma página de classificados super simples e fácil de visualizar. Imóveis, emprego, fórum, compra e venda; tudo o que a gente precisa. Aqui em LA só se procura emprego através do Craigslist.
Tem um website aqui nos EUA que começou em San Francisco e está se tornando mundialmente popular: o Craigslist. Trata-se de uma página de classificados super simples e fácil de visualizar. Imóveis, emprego, fórum, compra e venda; tudo o que a gente precisa. Aqui em LA só se procura emprego através do Craigslist.
quarta-feira, setembro 08, 2004
Eleições
Quem mora na Califórnia tem a impressão de que todo mundo é anti-Bush. Camisetas, adesivos nos carros, passeata, tudo é válido. Daí a gente liga a TV depois de uma semana longe e se surpreende que essa nova versão de Hitler está na verdade na frente do concorrente John Kerry. Socorro!!!
Lá no meu trabalho a explicação é que o povo não assimila discursos complexos. John Kerry é muito inteligente pro cargo. A primeira nação do mundo quer alguém monossilábico como o Bush que diz: "Isso não vai ficar assim" ou algo do gênero.
Uma coisa interessante que eu notei é que a imprensa não se esconde atrás do rótulo neutralidade. Eles assumem claramente a posição política deles. Discordo em usar um material público pra fazer campanha mas não vejo mal em deixar claro em quem acredita.
Quem mora na Califórnia tem a impressão de que todo mundo é anti-Bush. Camisetas, adesivos nos carros, passeata, tudo é válido. Daí a gente liga a TV depois de uma semana longe e se surpreende que essa nova versão de Hitler está na verdade na frente do concorrente John Kerry. Socorro!!!
Lá no meu trabalho a explicação é que o povo não assimila discursos complexos. John Kerry é muito inteligente pro cargo. A primeira nação do mundo quer alguém monossilábico como o Bush que diz: "Isso não vai ficar assim" ou algo do gênero.
Uma coisa interessante que eu notei é que a imprensa não se esconde atrás do rótulo neutralidade. Eles assumem claramente a posição política deles. Discordo em usar um material público pra fazer campanha mas não vejo mal em deixar claro em quem acredita.
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